CPI Revela Vínculos de Toffoli e Ministros com Banco Master e Maridt Participações
CPI investiga Toffoli e Banco Master: ministros e banqueiro sob novo foco! A Comissão da Organização Criminosa convoca ministros do STF e Daniel Vorcaro. Revelações chocantes sobre laços entre o Judiciário e o Banco Master. Saiba mais!
CPI da Organização Criminosa Convocará Ministros e Banquero para Depoimento
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre Crime Organizado aprovou, nesta quarta-feira (25), uma importante medida: a quebra do sigilo fiscal da Maridt Participações. A empresa, registrada em nome dos irmãos do ministro Dias Toffoli, do STF, também envolve o próprio magistrado como sócio.
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A decisão da CPI também inclui a convocação de depoimentos de alguns envolvidos.
Além disso, o colegiado também determinou a presença do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em um esforço para aprofundar a investigação. A participação dos ministros do STF, por outro lado, não é obrigatória, mas a comparecimento de Vorcaro é considerado essencial.
Os irmãos do ministro Toffoli, José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, foram formalmente convocados para prestar esclarecimentos. A investigação busca entender os laços entre o Poder Judiciário e a Maridt Participações. Ministros do STF têm sido alvo de questionamentos recentes, levantando preocupações sobre possíveis vínculos com instituições financeiras.
O escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, firmou um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master. A situação complexa se agrava com a relação de Toffoli como sócio anônimo da Maridt, uma empresa dirigida por seus irmãos e com participação em dois resorts da rede Tayayá.
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A venda da participação da Maridt no negócio de hospedagem, para um fundo de investimento liderado pelo pastor Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro, adiciona novas camadas à investigação.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE), autor da solicitação de convite aos ministros do STF, destacou que “além dos vínculos societários e econômicos indiretos já descritos, a condução do inquérito envolvendo o Banco Master pelo ministro Dias Toffoli foi marcada por decisões processuais e administrativas pouco usuais em investigações criminais de alta complexidade”.
Ele enfatizou a necessidade de entender melhor as ações tomadas e os possíveis conflitos de interesse.
A solicitação de convite a Moraes se justifica pela busca por clareza sobre as interações entre o ministro e o banco, bem como sobre a possível influência de interesses privados em suas decisões. O objetivo é avaliar se houve uma sobreposição indevida entre suas funções como ministro e suas relações com o Banco Master.
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