CPI Revela Suspeitas de Lavagem de Dinheiro em Contrato com Advogada de Moraes!

CPI investiga: Viviane Barci de Moraes suspeita de lavagem de dinheiro em contrato com Master! Senador aponta “fundadas suspeitas” de irregularidades. Requer convocação e quebra de sigilos bancários

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

CPI do Crime Organizado Aponta Suspeita de Lavagem de Dinheiro em Contrato com Escritório de Advogada

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, senador por Sergipe (MDB-SE), protocolou na segunda-feira (2 de fevereiro de 2026) dois requerimentos, alegando “fundadas suspeitas” de que o contrato firmado entre o Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes é “produto direto” da lavagem de dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os documentos solicitam a convocação da advogada para depor no colegiado e a quebra dos sigilos bancários da empresa.

O valor do contrato com o escritório da mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, era de aproximadamente 129 milhões de reais ao final da prestação de serviços. O senador argumenta que existe uma desconexão entre o valor pago e os serviços efetivamente prestados, o que, na sua visão, sugere que o acordo de honorários foi utilizado para mascarar repasses ilícitos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As investigações da Operação Carbono Oculto indicam que o Master teria sido capitalizado por meio de fraudes e dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Diante disso, o relator da CPI sustenta que há “fundadas suspeitas” de que os R$ 129 milhões devidos à Barci de Moraes Sociedade de Advogados não seriam receita operacional de uma instituição financeira lícita, mas sim o produto direto da lavagem de dinheiro.

O senador também aponta que o pagamento desses valores foi tratado como prioridade absoluta pelo fundador do banco, Daniel Vorcaro, o que levanta suspeitas de tráfico de influência e exploração de prestígio. A aprovação dos requerimentos depende do aval da maioria da CPI, com a primeira reunião marcada para 11 de fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

O contrato firmado entre o Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes estabelecia o acompanhamento estratégico da atuação de órgãos do executivo, como o Banco Central. Além disso, o acordo previa a coordenação para monitoramento perante os poderes Judiciário e Legislativo, com acompanhamento de projetos de lei de interesse do banco.

No momento, não se sabe quanto do acordo foi efetivamente honrado, quais serviços foram realizados ou quantos pagamentos foram feitos.

Sair da versão mobile