CPI do INSS Aprova Representação para Prisão Preventiva de 5 Investigados
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou nesta quinta-feira, 6 de novembro de 2025, a representação formal para a solicitação de prisão preventiva de cinco indivíduos investigados por supostas fraudes nos descontos aplicados sobre benefícios previdenciários.
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O documento será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para análise e possível execução.
Investigados e Acusações
Os pedidos de prisão preventiva foram direcionados contra Felipe Macedo Gomes, empresário e ex-presidente da ABCB (Amar Brasil Clube de Benefícios); Domingos Sávio de Castro, sócio de empresas ligadas a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS; Rubens Oliveira Costa, apontado como intermediário de Antunes; Vinícius Ramos da Cruz, presidente do ITT (Instituto Terra e Trabalho); e Silas Vaz, secretário da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais).
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Indícios de Esquema Fraudulento
De acordo com o presidente da CPI, senador (Podemos-MG), há indícios de que Silas Vaz atuaria como “laranja” para beneficiários do esquema. A comissão acredita que as prisões preventivas são necessárias para evitar a destruição de provas e impedir novas movimentações financeiras suspeitas.
Investigação sobre Descontos Automáticos
A CPI está investigando fraudes em descontos automáticos em aposentadorias e pensões, realizados por meio de convênios entre associações e o INSS. A Polícia Federal aponta que o esquema movimentou milhões de reais por meio de cobranças indevidas de mensalidades e taxas.
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Possibilidade de Retenção de Passaportes
O senador Carlos Viana informou que a Polícia Federal poderá retener os passaportes dos investigados com prisão preventiva solicitada, visando garantir a efetividade das investigações e prevenir riscos de fuga do país.
