CPI do INSS: Busca Desesperada por Vorcaro – Condução Coercitiva em Debate!

CPI do INSS pressiona Banco Master: Vorcaro pode ser levado por condução coercitiva!
Senador Carlos Viana intensifica a busca pelo depoimento de Daniel Vorcaro.
A CPMI busca alternativas para obrigar o empresário a depor.
STF autoriza condução coercitiva e quebra de sigilo do Banco Master

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(Imagem de reprodução da internet).

CPI do INSS Intensifica Pressão Contra Banco Master

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), está considerando medidas mais drásticas para garantir o depoimento do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

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A situação se agrava com o adiamento do depoimento originalmente agendado para esta quinta-feira, 5, devido à falta de comparecimento de Vorcaro. A nova data ainda não foi definida, mas a CPMI está avaliando a possibilidade de condução coercitiva.

“Estamos diante de uma situação delicada. Se Daniel Vorcaro não comparecer no dia 26, como foi acordado com a defesa, vamos buscar alternativas para que ele depese”, declarou Viana em entrevista à CNN Brasil na quarta-feira, 4. O senador enfatizou que a CPMI tem autorização do Supremo Tribunal Federal para que Vorcaro seja levado à Brasília.

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O foco da investigação se concentra nos 254 mil contratos que o Banco Master tinha com o INSS, e nos descontos realizados sem a devida confirmação de origem. A comissão quer entender como Vorcaro conseguiu essa relação com o INSS e se houve favorecimento político.

Viana ressaltou que a investigação é restrita a esses contratos, e não se estenderá a outras áreas de atuação do banco.

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Em contato com o ministro Dias Toffoli do STF, Carlos Viana buscou apoio para a condução coercitiva de Vorcaro. Toffoli garantiu que autorizará o deslocamento do empresário para prestar depoimento à CPMI. O ministro também se comprometeu a liberar as quebras de sigilo do banqueiro assim que a Polícia Federal concluir a consolidação dos dados, um processo que, segundo o senador, deve levar entre duas e três semanas.

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