Costa Rica Elege Nova Presidente em Eleição Marcada pela Segurança
Em 1º de fevereiro de 2026, a Costa Rica testemunhou a eleição de uma nova líder. A cientista política e ex-chefe de gabinete de (PPSO, direita) foi eleita presidente, consolidando uma vitória que refletiu a preocupação central da população com a segurança pública.
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Para evitar um segundo turno em 5 de abril, a candidata precisava de 40% dos votos, uma barreira que demonstrou a força de sua mensagem.
Promessas de Segurança e uma Nova Era Política
Fernández, em seu discurso de vitória, enfatizou a necessidade de uma transformação profunda e irreversível no país. Ela reconheceu que a segunda república da Costa Rica, iniciada após a guerra civil de 1948, estava “coisa do passado”. A nova líder declarou que cabia a ela e ao seu governo construir a “3ª república”, sinalizando uma mudança de direção para o futuro da nação centro-americana.
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Concorrência Eleitoral e Resultados
A disputa pela Presidência da Costa Rica envolveu a participação de 20 candidatos, mas nenhum conseguiu ultrapassar a marca de 10% nas pesquisas presidenciais, conforme dados do Centro de Investigação e Estudos Políticos da Universidade de Costa Rica. Álvaro Ramos, do Partido da Libertação Nacional, obteve cerca de 1/3 dos votos, enquanto Claudia Dobles, da Coalición Agenda Ciudadana, ficou com pouco mais de 5%.
Partido Pueblo Soberano Conquista Maioria no Congresso
O Partido Pueblo Soberano, partido de Fernández, deve conquistar a maioria de 30 cadeiras no Congresso de 57 assentos. Essa conquista representa um aumento em relação às 8 cadeiras que o partido possuía anteriormente. Apesar do sucesso, o partido ainda não alcançou a “supermaioria” necessária para obter maiores poderes legislativos.
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