Corrupção global atinge níveis alarmantes! Relatório da Transparência Internacional aponta crise em democracias. Descubra os países mais afetados e o alerta urgente para líderes mundiais
Um relatório da Transparência Internacional (TI), divulgado em 2025, aponta para um agravamento da corrupção em todo o mundo, incluindo em democracias consolidadas. O documento ressalta o enfraquecimento da liderança política como um fator contribuinte para o aumento da corrupção.
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O relatório da TI destaca que os Estados Unidos registraram a pior pontuação de sua história no Índice de Percepção da Corrupção. A pontuação do país foi de 64, abaixo dos 65 registrados em 2024. A organização enfatiza que essa queda acentuada, que começou em 2015, é um sinal preocupante.
A Transparência Internacional critica a politização da atuação de promotores e ações que minam a independência judicial, considerando-as sinais perigosos de que comportamentos corruptos são aceitáveis. Além disso, a ONG critica os cortes da ajuda dos Estados Unidos à sociedade civil no exterior, argumentando que essas decisões enfraqueceram os esforços globais de combate à corrupção.
O levantamento revela que 122 dos 182 países avaliados tiveram pontuação inferior a 50, indicando níveis elevados de corrupção. O número de países com pontuação acima de 80 caiu drasticamente, de 12 há uma década para apenas cinco em 2025.
A Europa Ocidental apresentou a melhor média, com 64 pontos, enquanto a África Subsaariana registrou a pior, com 32.
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A Dinamarca liderou o ranking pela oitava vez consecutiva, com 89 pontos, seguida por Finlândia (88), Singapura (84), Nova Zelândia (81), Noruega (81), Suécia (80) e Suíça (80). Apesar do bom desempenho, a TI alerta para retrocessos preocupantes em países como Uruguai, Canadá e Barbados, que são democracias sólidas na região das Américas.
O Reino Unido, a França e a Espanha registraram quedas significativas na pontuação, apesar de terem lançado planos nacionais anticorrupção. A TI ressalta que a eficácia dessas medidas depende de ambiciosos investimentos, financiamento adequado e supervisão rigorosa.
O presidente da Transparência Internacional, François Valérian, fez um apelo direto aos governos, clamando por integridade e responsabilidade. Ele enfatiza a necessidade de líderes atuarem com responsabilidade e compromisso com a luta contra a corrupção.
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