O corpo da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi encontrado na tubulação do próprio condomínio, onde o crime ocorreu. A Polícia Civil de Goiás (PCGO) confirmou a descoberta na manhã desta quinta-feira, 19, após a investigação sobre o desaparecimento da mulher, ocorrido em dezembro de 2025.
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A vítima, Daiane, havia sumido após descer até o subsolo do prédio para investigar um problema de energia em seu apartamento. As investigações, que inicialmente consideraram o desaparecimento, evoluíram para a suspeita de homicídio.
Suspeitos em Destaque
O principal suspeito é Cléber Rosa de Oliveira, síndico do prédio, e seu filho. Ambos foram presos temporariamente durante o inquérito que apura a morte da corretora. A polícia acredita que o crime foi premeditado.
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Evidências e Detalhes do Crime
O celular de Daiane continha um último vídeo, recuperado pela polícia, que mostra o momento do ataque. Em depoimentos, o síndico se recusou a fornecer detalhes sobre a dinâmica do crime. A investigação aponta que o crime pode ter ocorrido em um intervalo de aproximadamente oito minutos.
Segundo a polícia, Cléber desligou o fornecimento de energia do imóvel de Daiane, forçando-a a descer até o subsolo do prédio. Lá, ele a abordou enquanto a vítima filmava os relógios de energia. A análise da polícia indica que Daiane foi morta no condomínio e retirada já sem vida.
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Investigação e Ações dos Suspeitos
O síndico utilizou as escadas para sair com o corpo da vítima, evitando ser filmado pelas câmeras de segurança do condomínio, que possuíam apenas dez câmeras. Além disso, ele teria realizado ações para dificultar as investigações, como a substituição dos celulares da vítima.
A polícia considera que Cléber possuía os “meios, modos e motivos” para o crime, devido a um histórico de perseguição e aos 12 processos judiciais que Daiane movia contra ele. Ele responderá por obstrução e pelos crimes que o pai cometeu.
