Corinthians e Caixa buscam novo gestor da dívida da Neo Química Arena. Negociações avançam após decisão do Banco Central e pedido do MP-SP.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal estão avançando em negociações para assumir a gestão do fundo financeiro responsável pela dívida da Neo Química Arena. A decisão surge após a análise de novos gestores indicados pelo clube, buscando substituir a empresa Arandu, que atualmente administra o fundo.
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A conclusão da análise foi realizada na sexta-feira, 17 de janeiro de 2026. O clube disponibilizou um documento em PDF (1 MB) com a lista dos novos nomes considerados. As tratativas iniciaram em agosto de 2025, motivadas pela reavaliação dos riscos regulatórios associados à atuação da Reag, alvo da operação Carbono Oculto.
A necessidade da troca ganhou urgência após uma decisão do Banco Central (BC) na quinta-feira, 15 de janeiro de 2026. A mudança ainda requer a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para ser formalizada junto à Reag.
Paralelamente, o Ministério Público do Estado de São Paulo solicitou à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar a contratação e atuação da Reag como gestora do fundo financeiro da arena. A operação Carbono Oculto apura possíveis fraudes e crimes financeiros no setor de combustíveis, com suposta ligação ao crime organizado.
O Corinthians, principal interessado na troca da administradora, informou que as negociações com a Caixa Econômica Federal iniciaram antes da decisão do Banco Central.
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