Corinthians: Andrés Sanchez acusado de gestão temerária! Comissão apura uso indevido de cartões corporativos. Torcida cobra punição!
A Comissão de Justiça do clube concluiu sua apuração sobre o uso indevido de cartões corporativos, envolvendo o ex-presidente e classificou a conduta como gestão temerária. A acusação se baseia no uso de recursos do clube para benefício pessoal, com potencial de dano à imagem do clube.
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O órgão responsável recomenda o ressarcimento aos cofres do clube e a implementação de medidas de controle.
Andrés Sanchez admitiu ter utilizado o cartão corporativo, alegando que foi um engano. Sua defesa argumenta que o caso está sendo “espetacularizado”. Ele pode ser submetido a uma análise pelo Conselho Deliberativo, que decidirá sobre as punições.
Caso seja considerado necessário, pode abrir um procedimento ético-disciplinar na Comissão de Ética, buscando penas administrativas, incluindo o desligamento do quadro associativo.
A torcida organizada “Gaviões da Fiel” manifestou publicamente sua cobrança pela expulsão de Andrés Sanchez, Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo, todos investigados pelo uso indevido de recursos. A organização expressou sua postura alinhada com as instâncias do Conselho Deliberativo.
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A expulsão de Andrés Sanchez, que possui cargo de conselheiro vitalício, seria debatida no âmbito da gestão temerária, conforme listado no estatuto do clube. A regulamentação do clube estabelece que, além da gestão temerária, a perda de cargo se dá em casos de faltas em cinco reuniões consecutivas ou 10 alternadas, além do não pagamento da mensalidade por três meses.
O estatuto do clube lista diversos comportamentos que podem levar ao desligamento do quadro associativo, incluindo a reincidência em atos punidos com suspensão, o não pagamento de contribuições, condenações por crimes hediondos ou infamantes, a prática de atos que denigrem a imagem do clube e a comissão de atos graves contra a moral social desportiva ou contra dirigente em função de seu cargo.
Andrés Sanchez também está sob investigação do Ministério Público, devido à divulgação de documentos que revelavam seus gastos pessoais no cartão corporativo do Corinthians. Casos anteriores, como o envolvendo o ex-presidente Alberto Dualib e o fundo de investimentos MSI, também são relevantes para o contexto da investigação atual.
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