Copasa: Privatização em Crise com Escândalo e Novo Candidato na Presidência!

Copasa: Privatização em crise com denúncia e troca de comando!
Investidor estratégico e Gustavo Barbosa são nomes cruciais. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Copasa Busca Privatização com Mudanças no Conselho

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) está reunida nesta segunda-feira, 23, para uma assembleia de acionistas. O objetivo principal é discutir a modelagem da privatização da empresa, que ganhou novo contorno com as recentes mudanças no Conselho de Administração.

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A reunião deve dar luz à validação da proposta apresentada pelo governo Romeu Zema (Novo) no final do mês de janeiro.

O modelo de privatização prevê que Minas Gerais mantenha uma participação minoritária de até 5% no capital da Copasa. Essa retenção, no entanto, está condicionada à entrada de um investidor estratégico que assuma um papel de liderança na gestão da companhia.

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A estrutura da operação se assemelha à desestatização da Sabesp, caracterizada por uma corporação sem um controlador definido, mas com a possibilidade de um investidor estratégico desempenhar um papel de destaque.

O governo mineiro almeja concluir o processo de privatização da Copasa até o final de março, buscando levantar mais de R$ 10 bilhões. A expectativa é que a operação impulsione o desenvolvimento da infraestrutura e serviços de saneamento no estado.

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A assembleia ocorre em um contexto de instabilidade, com a saída de Hamilton Amadeo da presidência do Conselho de Administração da Copasa. Amadeo renunciou após uma reportagem do UOL divulgar uma delação premiada em que confessava o pagamento de propina a políticos durante seu período como CEO da Aegea, empresa privada do setor de saneamento.

A saída pegou membros do governo Zema de surpresa, que agora buscam minimizar o impacto do caso no processo de privatização.

Segundo informações da EXAME, o nome do favorito para assumir a presidência do Conselho é Gustavo Barbosa, ex-secretário de Fazenda do governo de Minas Gerais. A nomeação ainda não foi formalizada, mas representa um esforço para garantir a continuidade do processo de privatização da Copasa.

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