Consumo Domiciliar Surpreende: Aumento de 1,73% em Janeiro Apesar das Pressões!
Consumo em casa dispara! 🚀 Brasil registra aumento de 1,73% em janeiro, apesar de desafios econômicos. Descubra os detalhes!
Consumo Domiciliar Aumenta em Janeiro, Apesar de Pressões Econômicas
O consumo nos lares brasileiros apresentou um crescimento de 1,73% em janeiro, em comparação com o mesmo mês de 2025, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (26) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A informação reflete um cenário de recuperação após um período de incertezas econômicas.
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O monitoramento da Abras destaca a resiliência do consumidor brasileiro diante de desafios financeiros.
Retração em Dezembro Impacta Comparativo
No entanto, o resultado de janeiro é influenciado por uma base de comparação elevada, decorrente de um desempenho positivo em dezembro. Houve uma retração de 19,34% em relação ao mês anterior. Segundo Marcio Milan, vice-presidente da Abras, essa dinâmica demonstra a capacidade de adaptação do mercado, mesmo em um contexto deumentre o pagamento de impostos e outras despesas típicas do início do ano.
Índice Abrasmercado Registra Retração nos Preços
O índice Abrasmercado, que acompanha a variação de 35 produtos de consumo básico, também apontou para uma retração de 0,16% em janeiro, com o preço do arroz passando de R$ 800,35 para R$ 799,08. Essa redução foi impulsionada principalmente pela sazonalidade do mercado.
Produtos com Desempenho Divergente em Janeiro
Em termos de produtos específicos, o leite longa vida (-5,59%), o óleo de soja (-3,32%) e a farinha de trigo (-1,63%) apresentaram quedas significativas nos preços. O feijão também registrou uma diminuição de 1,02%. Em contrapartida, o tomate e o cebola registraram aumentos de preços.
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Análise de 12 Meses e Desempenho Regional
Ao analisar o desempenho em 12 meses, o preço do leite longa vida recuou 16,46% e o arroz, 27,30%. No recorte de 12 itens básicos, que representam a maior parte do orçamento familiar, o feijão apresentou uma queda de 1,48%, passando de R$ 340,39 para R$ 335,35.
Essa retração foi mais acentuada do que a observada no índice geral.
Variações Regionais no Consumo
As variações regionais no consumo também se destacaram. O Sudeste concentrou a maior parte da queda nos preços, com uma redução de 2,45% no mês. Já Centro-Oeste (-1,21%) e Norte (-0,92%) também registraram recuos. Nordeste (+0,06%) e Sul (+0,16%) apresentaram leves altas, refletindo as particularidades de cada região.
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