Com o fechamento do ano financeiro se aproximando, muitos buscam alternativas para organizar suas finanças, recorrendo a empréstimos. No entanto, é crucial estar atento a detalhes contratuais que podem aumentar significativamente o custo do crédito.
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Um desses pontos é o Custo Efetivo Total (CET), frequentemente subestimado pelos consumidores.
Entendendo o CET
O Custo Efetivo Total (CET) engloba todos os encargos cobrados pelo banco ao conceder um empréstimo, incluindo juros, taxas administrativas, seguros e impostos. Embora o consumidor seja frequentemente informado sobre a taxa de juros mensal, o CET revela a verdadeira extensão do custo do empréstimo ao longo do período contratual.
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Armadilhas a Evitar
Diversas práticas podem mascarar o alto custo de um empréstimo. A contratação de seguros “embutidos”, a capitalização diária de juros e o depósito antecipado falso são exemplos de situações que podem aumentar o endividamento. É fundamental resistir a ofertas condicionadas e verificar a legitimidade das instituições financeiras.
Comparando e Economizando
Ao pesquisar por um empréstimo, o consumidor deve priorizar a comparação do CET, e não apenas da taxa de juros. Solicitar a planilha descritiva de custo de diferentes instituições financeiras permite identificar a opção mais vantajosa. Optar por prazos mais curtos, mesmo que exijam parcelas maiores, pode evitar o acúmulo de juros compostos.
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Dicas para uma Escolha Consciente
Em 2026, a análise criteriosa do CET se torna essencial. A atenção aos detalhes contratuais, a comparação de diferentes opções e a busca por informações claras sobre as condições do empréstimo são passos cruciais para evitar o endividamento excessivo.
A conscientização sobre os riscos e a busca por alternativas financeiras mais adequadas podem garantir uma decisão mais segura e responsável.
