Congelho de Bens de Indivíduos Associados à Venezuela
O Conselho Federal da Suíça implementou medidas de congelamento de bens de indivíduos ligados à Venezuela. A decisão, tomada em 5 de janeiro de 2026, visa impedir a fuga de capitais diante da instabilidade política no país. A medida não atinge membros do governo venezuelano atual e possui validade inicial de quatro anos.
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A ação se baseia na Lei Federal sobre o Congelamento e a Restituição de Bens Ilícitos Detidos por Pessoas Politicamente Expostas no Exterior. O Conselho Federal busca viabilizar futuras solicitações de cooperação jurídica internacional, caso investigações judiciais confirmem a origem ilícita dos recursos.
A Suíça se compromete a trabalhar para que os valores sejam utilizados em benefício do povo venezuelano.
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Essa medida se soma às sanções impostas à Venezuela desde 2018, no âmbito da Lei do Embargo. O governo suíço indica que as novas restrições abrangem indivíduos que não estavam sujeitos a sanções no país. O Conselho Federal ressalta que a queda de Maduro do poder não influencia a decisão, com o fator crucial sendo a possibilidade de o país de origem iniciar processos judiciais sobre ativos adquiridos de forma ilícita.
Operação Militar dos EUA na Venezuela
Em 3 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, (Partido Republicano), anunciou a realização de uma operação militar contra a Venezuela. A captura do presidente (PSUV, esquerda) e da primeira-dama foi ordenada pelo general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.
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A operação, que envolveu o uso de 150 caças e bombardeios, foi realizada na madrugada de sábado (2.jan.2026). Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, para capturar Maduro. A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos.
Há questionamentos sobre a realização de uma operação militar em outro país sem aprovação da (Organização das Nações Unidas). Trump afirmou que isso é desnecessário. No entanto, surgem dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA. A operação deveria ter sido previamente aprovada pelo Congresso dos EUA.
