Conselho de Segurança da ONU Aprova Plano de Paz para Gaza com Propostas de Trump
Conselho de Segurança da ONU aprova plano de paz para Gaza com 13 votos. Trump comemora resultado histórico. Hamas critica proposta para Faixa de Gaza.
Plano de Paz para Gaza Aprovado no Conselho de Segurança da ONU
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, nesta segunda-feira (17), o plano de paz proposto pelo presidente dos Estados Unidos. A resolução foi aprovada por 13 votos, com abstenções da Rússia e da China, sem vetos.
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Washington qualificou o resultado como “histórico e construtivo”.
Declarações Após a Aprovação
O embaixador dos Estados Unidos na ONU, Mike Waltz, afirmou que “a resolução de hoje representa outro passo significativo que permitirá a Gaza prosperar e um ambiente que permitirá a Israel viver em segurança”. O Hamas, por outro lado, expressou seu descontentamento, alegando que a resolução “não responde às exigências e aos direitos” dos palestinos.
Situação em Gaza
Grande parte da Faixa de Gaza foi reduzida a escombros após dois anos de confrontos e bombardeios, desencadeados pelo ataque do Hamas ao território de Israel em 7 de outubro de 2023.
Detalhes do Plano
O plano de paz autoriza a criação de uma Força Internacional de Estabilização (ISF) que trabalharia com Israel e Egito, além de policiais palestinos recém-treinados para ajudar a garantir as áreas fronteiriças e desmilitarizar a Faixa de Gaza.
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A ISF tem o mandato de trabalhar na “desativação permanente das armas de grupos armados não estatais”, proteger civis e garantir os corredores de ajuda humanitária.
Propostas Incluídas
Entre as medidas propostas, está o envio de uma força internacional e um caminho para um futuro Estado palestino. O texto, revisado em negociações de alto nível, “respalda” o plano do presidente Trump, que possibilitou um frágil cessar-fogo entre Israel e o Hamas no território palestino devastado pela guerra.
A proposta também autoriza a formação de uma “Junta de Paz”, um órgão de governo transitório para Gaza — presidido, em teoria, por Trump — com um mandato até o fim de 2027.
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