Conselho de Paz: Trump e Groenlândia sob nova mira!

Conselho de Paz levanta dúvidas no Conselho Europeu. O Presidente do Conselho, Costa, tem sérias dúvidas sobre o Conselho da Paz, liderado por Donald Trump, e sua governança. Trump busca papel da ONU, com ameaças e Domo de Ouro

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(Imagem de reprodução da internet).

Novo Conselho de Paz Levanta Dúvidas no Conselho Europeu

O Presidente do Conselho Europeu, Costa, declarou na quinta-feira (22 de janeiro de 2026) que o órgão possui “sérias dúvidas sobre alguns elementos” apresentados na carta de princípios do Conselho da Paz, iniciativa do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), oficialmente lançada durante uma reunião no Davos (Suíça).

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Após uma reunião informal dos integrantes do Conselho Europeu, Costa afirmou que as dúvidas concernem “ao escopo” do Conselho da Paz, “sua governança e compatibilidade com a Carta da ONU [Organização das Nações Unidas]”.

Conselho da Paz de Trump Busca Assumir Papel da ONU

O Conselho da Paz, liderado por Donald Trump, busca assumir o papel que atualmente é exercido pela ONU (Organização das Nações Unidas). O órgão foi lançado em 15 de janeiro de 2026, com o objetivo de encerrar conflitos em escala global. Inicialmente, o Conselho da Paz foi focado no conflito na Faixa de Gaza, mas rapidamente expandiu seu escopo para envolver-se em conflitos em todo o mundo.

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Detalhes sobre a Governança e o Funcionamento do Conselho

A estrutura de governança do Conselho da Paz é complexa. O presidente do conselho, Donald Trump, possui o poder de veto sobre decisões, e em caso de empate, o chefe do órgão desempatar a votação. A saída de países do grupo está sujeita a um processo que exige o voto de 2/3 dos integrantes do conselho.

O mandato de Trump é considerado praticamente vitalício, podendo ser alterado apenas por renúncia voluntária ou incapacidade.

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Participantes do Lançamento do Conselho

O lançamento do Conselho da Paz reuniu uma ampla gama de líderes mundiais, incluindo Kassym-Jomart Tokayev, presidente do Cazaquistão; Vjosa Osmani-Sadriu, presidente do Kosovo; Shehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão; Santiago Peña, presidente do Paraguai; Mohammed bin Abdul Rahman al Thani, primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores do Qatar; Faisal bin Farhan al Saud, ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita; Hakan Fidan, ministro das Relações Exteriores da Turquia; Khaldoon al Mubarak, CEO da Mubadala Investment Company; Shavkat Mirziyayev, presidente do Uzbequistão; Gombojavyn Zandanshatar, primeiro-ministro da Mongólia; Salman bin Hamad bin Isa Al Khalifa, primeiro-ministro do Bahrein; Nasser Bourita, ministro das Relações Exteriores do Marrocos; Javier Milei, presidente da Argentina; Nikol Pashinyan, primeiro-ministro da Armênia; Donald Trump, presidente dos EUA; Ilham Aliyev, presidente do Azerbaijão; Rosen Zhelyazkov, ex-primeiro-ministro da Bulgária; Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria; Prabowo Subianto, presidente da Indonésia; Ayman Safadi, ministro das Relações Exteriores da Jordânia.

Dinamarca e Groenlândia: Apoio Unilateral

O Presidente do Conselho Europeu também falou sobre a relação entre o Reino da Dinamarca e a Groenlândia, e os esforços norte-americanos em relação à anexação do território. “Nesse contexto, eu quero ser muito claro: o Reino da Dinamarca e a Groenlândia têm o apoio total da União Europeia.

Só o Reino da Dinamarca e a Groenlândia podem decidir sobre as questões relativas à Dinamarca e à Groenlândia”, disse. O Reino da Dinamarca, do qual a Groenlândia faz parte, é integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Reafirmação de Princípios e Resolução 2803

Costa reafirmou o “firme compromisso” do Conselho Europeu com os “princípios do direito internacional, da integridade territorial e da soberania nacional”, que, segundo ele, são fundamentais para a Europa. “Nesse contexto, o anúncio feito ontem [4ª feira (21.jan)] de que não haverá novas tarifas dos Estados Unidos sobre a Europa é positivo.

A imposição de tarifas adicionais teria sido incompatível com o acordo comercial entre a UE e os EUA”, declarou. A Resolução 2803 foi aprovada em novembro por 13 integrantes do Conselho de Segurança.

Ameaças e o Domo de Ouro

Trump tem demonstrado uma ambição clara de expandir o alcance do Conselho da Paz, e tem feito ameaças diretas a países que se opõem à sua iniciativa. O primeiro-ministro da Groenlândia, , declarou em 13 de janeiro que o território autônomo escolheria seguir ligado à Dinamarca, e não aos EUA. O republicano já havia sinalizado que se não controlaria a Groenlândia “do jeito fácil”, então seria do “jeito difícil”.

Afirmou também, dias depois de os EUA em uma ação militar na Venezuela, que “não precisa do direito internacional” e que seu poder é limitado apenas por sua ““. Trump alega que a Groenlândia é fundamental para a segurança nacional dos EUA, para afastar a “ameaça russa” e citou a construção do Domo de Ouro, sistema de defesa para proteger o país de mísseis.

O custo estimado do Domo de Ouro é de . Além das ameaças de , Trump também avalia e diretos aos moradores da ilha.

Apoio da União Europeia à Groenlândia

O Presidente do Conselho Europeu também falou sobre a relação entre o Reino da Dinamarca e a Groenlândia, e os esforços norte-americanos em relação à anexação do território. “Nesse contexto, eu quero ser muito claro: o Reino da Dinamarca e a Groenlândia têm o apoio total da União Europeia.

Só o Reino da Dinamarca e a Groenlândia podem decidir sobre as questões relativas à Dinamarca e à Groenlândia”, disse. O Reino da Dinamarca, do qual a Groenlândia faz parte, é integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Conclusão

O Presidente do Conselho Europeu também falou sobre a relação entre o Reino da Dinamarca e a Groenlândia, e os esforços norte-americanos em relação à anexação do território. “Nesse contexto, eu quero ser muito claro: o Reino da Dinamarca e a Groenlândia têm o apoio total da União Europeia.

Só o Reino da Dinamarca e a Groenlândia podem decidir sobre as questões relativas à Dinamarca e à Groenlândia”, disse. O Reino da Dinamarca, do qual a Groenlândia faz parte, é integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

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