Em novembro de 2025, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que o Conselho da Paz, proposto pelo Partido Republicano, teria um escopo limitado ao conflito entre Israel e Gaza. No entanto, recentes desenvolvimentos em Davos (Suíça) revelaram que o Conselho ambiciona um papel mais amplo na resolução de conflitos globais, potencialmente desafiando a autoridade da própria ONU.
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Estrutura e Poder do Conselho
O Conselho da Paz visa atuar como uma força policial internacional, com a participação de figuras de destaque como o Secretário de Estado dos EUA, o ex-premiê britânico e o atual presidente do Banco Mundial. O presidente do Conselho, Donald Trump, detém poder de veto e responsabilidade pela agenda, convocações e designação do sucessor.
A substituição do presidente só é possível por renúncia ou incapacidade, com aprovação unânime do Conselho Executivo.
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Financiamento e Status dos Membros
Os Estados-membros podem garantir assentos permanentes no Conselho, pagando US$ 1 bilhão para financiar suas atividades. A duração do mandato é de 3 anos, passível de renovação com autorização do presidente, a menos que o pagamento seja realizado.
O presidente do Conselho pode remover um Estado-membro, mas essa decisão pode ser vetada se 2/3 dos outros países integrantes se opuserem.
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Reações e Críticas
O professor de Direito Internacional em Cambridge, especializado em negociações de paz, classificou o Conselho da Paz como um “ataque direto às Nações Unidas”, sugerindo que a iniciativa representa uma “tomada da ordem mundial por um indivíduo, à sua própria imagem”.
Resolução da ONU e Abstrações
A Resolução 2803, de 2025, estabeleceu um mandato para o Conselho da Paz até 2027, focado na resolução do conflito em Gaza. A votação da resolução contou com abstenção de Rússia e China, que questionaram a clareza do papel da ONU no futuro do conflito.
A autoridade e as ferramentas legais do Conselho da Paz, bem como sua relação com a ONU e outras entidades internacionais, ainda não estão definidas.
