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Conheça o método ROPA: como a fertilização compartilhada entre mulheres permite a gestação de duas mães

O procedimento é recomendado para casais lésbicas que buscam ter um filho com a participação de ambas nas gestação.

Por: redacao

13/09/2025 15:10

3 min de leitura

A mesmerizing shot of a lovely pregnant couple - lesbian family ...
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O método ROPA – sigla para “Recepção de Óvulos da Parceira” – é uma das técnicas mais impactantes e simbólicas da medicina reprodutiva contemporânea. Permite que duas mulheres participem ativamente do nascimento de um bebê: uma engravidará, após a fertilização de um embrião com o óvulo da parceira. Desta forma, ambas se tornam mães biologicamente e gestacionalmente da criança.

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A fertilização envolve a combinação de material genético de duas mulheres.

O procedimento é recomendado para casais do mesmo sexo, compostos por mulheres heterossexuais, que buscam ter um filho com a participação ativa de ambas nas etapas da concepção. Apesar de ainda ser pouco divulgado, o método se mostra seguro, controlado e vem sendo utilizado em consultórios e clínicas de reprodução assistida.

A seleção do doador de sêmen ocorre, podendo incluir bancos nacionais ou internacionais, observando critérios de saúde e confidencialidade. Posteriormente, as duas parceiras realizam exames hormonais, infectológicos e ultrassonografias.

Uma das mulheres recebe tratamento com hormônios para induzir a coleta de múltiplos óvulos. Esses óvulos são fertilizados in vitro utilizando o esperma selecionado. Os embriões resultantes são cultivados e, em seguida, transferidos para o útero da parceira, que se torna a gestante.

Este tipo de tratamento é viável graças à evolução das técnicas de fertilização in vitro (FIV), que possibilitam a separação precisa das etapas de fecundação e gestação, garantindo a segurança do procedimento e altas taxas de sucesso.

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A epigenética desempenha um papel fundamental no método ROPA.

A epigenética, que engloba os mecanismos que controlam a expressão dos genes, é um dos pontos mais marcantes do método ROPA. Isso implica que, independentemente de não haver compartilhamento do DNA com o bebê, a mulher que experimenta a gravidez exerce influência direta no desenvolvimento da nova vida.

A hormona, a alimentação, os vínculos afetivos e o ambiente uterino – tudo isso influencia a maneira como os genes transmitidos se expressam. Pesquisas mostram que o útero não é apenas um órgão para o desenvolvimento do bebê, mas um ambiente de comunicação biológica e emocional entre mãe e filho.

Este dado confirma o que diversas famílias homoparentais já suspeitavam: a maternidade transcende a genética. A mulher gestante imprime suas marcas – físicas, emocionais e comportamentais – na criança que ela nutre.

Acesso a serviços de saúde e acolhimento em instituições de parto para casais homoafetivos.

O método ROPA é uma das diversas opções para casais do mesmo sexo que buscam procriação. Outras alternativas incluem:

  • Insépio intrauterino com sêmen de doador
  • Fertilização in vitro convencional, com apenas uma das parceiras.
  • Adoção, quando houver o desejo e as condições legais para isso.

A decisão deve ser tomada sob orientação médica apropriada, com apoio emocional e considerando os aspectos éticos, jurídicos e financeiros relacionados a cada opção.

No Brasil, a resolução nº 2.294/2021 do Conselho Federal de Medicina (CFM) possibilita a utilização da reprodução assistida por casais homoafetivos, mediante o consentimento informado e o registro dos dados do doador, em conformidade com as exigências da Anvisa.

Famílias compostas por mais de dois progenitores e o redefinir do conceito de maternidade.

A reprodução assistida tem se desenvolvido para reconhecer as diversas configurações familiares existentes. O método ROPA constitui, sobretudo, uma nova maneira de praticar a maternidade: compartilhada, com valor simbólico e intimamente ligada ao desejo de concepção a dois.

Em cada situação, reforçamos que a maternidade se desenvolve com carinho, decisões deliberadas e compromisso constante. E que a ciência, quando aplicada adequadamente, representa uma conexão eficaz entre aspiração e concretização.

Dra. Stephanie Majer CRM SP 174028 RQE 393260, formada em Medicina pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em Reprodução Humana pelo Hospital Pérola Byington e em Reprodução Assistida na ENNE Clinic.

Fonte por: Jovem Pan

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redacao

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