Comissão Europeia lança acordo Mercosul com obstáculos e críticas de Macron!
Comissão Europeia inicia acordo Mercosul com alerta de França e contestação judicial! 🇪🇺🤝🇦🇷🇺🇾. Ameaças e contrapontos abalam implementação. Saiba mais!
A Comissão Europeia anunciou nesta sexta-feira que a União Europeia iniciará a aplicação provisória do acordo de livre comércio com o Mercosul. A medida visa garantir que o bloco econômico obtenha uma posição de liderança no cenário comercial global.
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A informação foi divulgada após a ratificação do acordo pela Argentina e pelo Uruguai, e pela aprovação da Câmara dos Deputados do Brasil.
Atrasos e Contestações
A implementação total do acordo pode enfrentar atrasos devido à contestação do acordo no tribunal superior da União Europeia, liderada por deputados franceses. Essa contestação pode prolongar a implementação total do acordo para até dois anos.
A aprovação final da assembleia da UE ainda é necessária para a conclusão do processo.
Preocupações da França
A França, principal produtor agrícola da UE, tem se mostrado contrária ao acordo, temendo um aumento significativo nas importações de produtos como carne bovina, açúcar e aves, o que poderia prejudicar os produtores nacionais. Protestos relacionados a essa questão têm sido frequentes.
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Declarações e Reações
O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou a decisão da Comissão Europeia como uma “surpresa ruim” e “desrespeitosa” para o Parlamento Europeu, após reuniões com o primeiro-ministro esloveno, Robert Golob, no Palácio do Eliseu, em Paris.
A associação francesa da indústria da carne, Interbev, fez um apelo aos membros do Parlamento Europeu para que atuem de forma a “impedir a Comissão de contornar o debate democrático”.
Potenciais Benefícios e Contrapontos
Apesar das preocupações, o acordo, concluído após 25 anos de negociações, pode eliminar cerca de 4 bilhões de euros em tarifas sobre as exportações da UE. A Alemanha e outros países defendem o acordo como uma forma de compensar perdas comerciais com os Estados Unidos e reduzir a dependência da China em relação a minerais essenciais.
A Comissão Europeia, liderada por Ursula von der Leyen, informou que a aplicação provisória do acordo seguirá mesmo com a contestação, buscando garantir os benefícios do acordo enquanto a situação política é avaliada.
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