O governo colombiano ratificou sua intenção de manter a coordenação e a cooperação com os Estados Unidos na luta contra os grupos criminosos e os cartéis de narcotráfico. Essa parceria se baseia no apoio financeiro, tecnológico e de inteligência fornecido pelos EUA.
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O ministro do Interior, Armando Benedetti, comunicou a decisão por meio de um vídeo, enfatizando a importância da colaboração para desmantelar laboratórios, estruturas criminosas e acampamentos utilizados pelo tráfico.
Foco na Fronteira com a Venezuela
A cooperação concentrará-se principalmente na região da fronteira entre Colômbia e Venezuela, onde a presença de dissidentes das extintas Farc e do Exército de Libertação Nacional (ELN) é notável. O ministro da Justiça, Andrés Idárraga, reforçou a necessidade de continuar essa atuação conjunta, aproveitando os avanços tecnológicos e a expertise americana.
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Reafirmação do Compromisso Internacional
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, considerou o momento oportuno para intensificar os esforços na luta contra os grupos ilegais e a economia ilícita do narcotráfico. Destacou a importância de fortalecer a cooperação internacional, com a Colômbia e os Estados Unidos trabalhando em conjunto contra um inimigo comum.
Tensões Bilaterais e Rejeição de Acusações
A declaração da Colômbia sobre a continuidade da cooperação com os EUA ocorre em um contexto de desgaste nas relações bilaterais entre Washington e Bogotá. A situação é influenciada por trocas de mensagens entre o presidente colombiano, Gustavo Petro, e o americano, Donald Trump, desde o início do segundo mandato de Trump.
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Recentemente, Trump fez comentários sobre Petro, acusando-o de fabricar e vender cocaína aos EUA, o que foi prontamente rejeitado por Petro, que apresentou suas finanças pessoais como prova de sua inocência.
