Colômbia Convocará Reunião da CELAC Sobre Ação dos EUA contra Venezuela

Colômbia promove reunião da CELAC para discutir ação EUA contra Venezuela. Bogotá busca apoio internacional após intervenção dos EUA e captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores

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(Imagem de reprodução da internet).

Colômbia Convocará Reunião da CELAC Sobre Ação nos EUA contra Venezuela

O governo colombiano promoveu uma reunião de chanceleres da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) com o objetivo de definir uma posição unificada diante da ação militar dos Estados Unidos em território venezuelano. A medida visa abordar a captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, conforme divulgado pela diretora do Departamento Administrativo da Presidência da Colômbia (Dapre), Angie Rodríguez, em coletiva de imprensa realizada em Cúcuta.

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A informação foi apresentada em um contexto de crescente tensão na região, após a intervenção militar americana. Rodríguez destacou o papel de Gustavo Petro, atual presidente pro tempore da CELAC, na liderança da resposta regional. A reunião busca coordenar uma frente unificada para abordar a situação.

A Colômbia também planeja buscar apoio em fóruns multilaterais. O país, como membro não permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), propôs a convocação de uma reunião para o dia seguinte. Essa iniciativa recebeu o apoio de Rússia e China, membros permanentes do conselho.

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A presidência da Somália, que atualmente lidera o Conselho de Segurança da ONU, aprovou formalmente a solicitação de reunião. Adicionalmente, a Colômbia solicitou uma “reunião extraordinária do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA)”, conforme anunciado pelo presidente Gustavo Petro em sua conta na rede social X.

A mobilização diplomática colombiana ocorre em um cenário de intensificação das disputas políticas na região, desencadeada pela intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela. A Colômbia busca articular uma resposta coordenada para o caso, buscando apoio em diversas instâncias internacionais.

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Com Agência EFE.

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