Aplicativo das Provas Discursivas do CNU Realizado com Sucesso em Diversos Municípios
O Concurso Público Nacional Unificado (CNU) realizou sua segunda etapa discursiva neste domingo (7), abrangendo 228 municípios brasileiros. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou que a aplicação ocorreu sem intercorrências, com uma taxa de ausência de 20%, totalizando 8.508 candidatos ausentes entre 42.715 convocados.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A ministra Esther Dweck destacou o sucesso da operação, atribuindo-o ao planejamento e à integração de diversas forças de segurança, incluindo o Polícia Federal, a Força Nacional, secretarias estaduais, bombeiros e defesa civil. “O índice reforça a consolidação do modelo”, afirmou, ressaltando que a abstenção foi menor que a registrada na primeira fase do concurso.
Dados de Presença por Estado
Os dados de presença variaram entre os estados. São Paulo registrou 4.043 candidatos e 989 ausentes (24%), enquanto o Rio de Janeiro teve 6.655 candidatos com 1.401 ausentes (21%). O Distrito Federal apresentou 8.235 candidatos com 1.253 ausentes (15%), e a Bahia registrou 3.309 candidatos com 594 ausentes (18%).
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Outros estados apresentaram taxas de ausência entre 17% e 26%, incluindo Pará, Ceará, Rio Grande do Sul, Piauí, Santa Catarina, Amazonas, Rondônia e outros. A ministra enfatizou que a presença de 80% dos candidatos na etapa discursiva demonstra um engajamento ainda maior e consolida o CNU como política pública.
Projeções de Contratações e Inclusão
O governo federal projeta até 22 mil contratações no serviço público até 2026, considerando chamadas do CPNU 1 e CPNU 2, além de vagas imediatas e cadastro reserva. Estes números incluem cerca de 11 mil vagas provenientes do concurso nacional.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
A ministra ressaltou a importância da inclusão no processo seletivo, com 57% dos convocados para a etapa discursiva sendo mulheres, resultado da regra de equiparação entre gêneros.
Dweck enfatizou que o concurso público não é apenas uma seleção, mas uma política pública que reconstrói o Estado com a cara do Brasil, promovendo a diversidade regional, racial e de gênero. O governo já iniciou chamadas de excedentes da primeira edição, convocando mais de 2 mil aprovados adicionais e preenchendo gradualmente as vagas não ocupadas.
