CNI Alerta: Indústria Brasileira Registra Queda Histórica em Fevereiro de 2026!
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Desempenho da Indústria Registra Queda em Fevereiro de 2026
A indústria brasileira apresentou um desempenho preocupante em fevereiro de 2026, com a CNI (Confederação Nacional da Indústria) registrando o pior resultado para o mês desde 2017. O dado, divulgado nesta quinta-feira (19.mar.2026), reflete a desaceleração da atividade industrial e a percepção de empresários sobre a perda de empregos.
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O relatório completo, em formato PDF (3MB), está disponível para consulta.
Indicadores em Declínio
O índice de evolução do número de empregados subiu ligeiramente, de 47,6 para 48 pontos, mas ainda permaneceu abaixo da marca de 50, um indicador clássico de retração. Paralelamente, o índice de evolução da produção industrial também apresentou queda, subindo de 44,9 para 45,4 pontos, confirmando a tendência de menor dinamismo no setor.
Utilização da Capacidade e Estoques
A utilização da capacidade instalada nas fábricas continuou em um nível preocupante, atingindo 66% pelo terceiro mês consecutivo – o menor patamar para fevereiro desde 2019. Os estoques industriais também permaneceram abaixo do planejado, com o índice de evolução dos estoques subindo de 48,8 para 48,9 pontos.
O indicador de estoque efetivo em relação ao planejado subiu de 49,2 para 49,6 pontos, aproximando-se da linha de equilíbrio, mas ainda em patamar inferior ao desejado pelas empresas.
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Expectativas e Investimento
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, destacou que o cenário indica dificuldades para o setor, levando empresários a adotarem uma postura mais cautelosa. A demanda por produtos e a intenção de compra de insumos também recuaram, com a demanda caindo 0,9 ponto para 53,3 e a intenção de compra de insumos recuando 0,8 ponto para 52.
A sondagem, realizada entre 2 e 11 de março de 2026, ouviu 1.404 empresas, distribuídas em três categorias: 591 pequenas, 472 médias e 341 grandes. A intenção de investimento da indústria também recuou, caindo de 55,3 para 54,8 pontos, sinalizando menor disposição das empresas em expandir a capacidade produtiva.
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