Motoristas em Alerta: Nova Fiscalização do Exame CNH em 2026
A partir de 2026, motoristas das categorias C, D e E precisarão redobrar a atenção com o exame toxicológico da CNH. A legislação de trânsito brasileira endureceu a fiscalização, estabelecendo uma punição automática que ultrapassa os R$ 1.400.
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Essa medida representa um novo paradigma na fiscalização, diferente das abordagens tradicionais.
Como Funciona a Nova Fiscalização
Atualmente, o sistema oficial do Renach (Registro Nacional de Condutores Habilitados) monitora os prazos de cada motorista. Se o exame não for realizado em até 30 dias após o vencimento, a autuação é gerada de forma automática pelo Detran. Isso significa que o motorista não depende mais de uma abordagem policial para ser penalizado.
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Detalhes da Multa e Consequências
O valor de R$ 1.467,35 assusta muitos condutores, mas ele tem uma explicação técnica baseada no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A infração por deixar de realizar o exame toxicológico é classificada como gravíssima, o que originalmente custaria R$ 293,47.
No entanto, o artigo 165-D do CTB prevê um fator multiplicador de 5 vezes para esta conduta. Em caso de reincidência no período de 12 meses, a punição é ainda mais severa: a multa dobra para R$ 2.934,70 e o direito de dirigir é suspenso.
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O Que Mudou em 2026
A partir de 2026, a fiscalização do exame toxicológico se tornou totalmente automatizada. O sistema do Renach monitora os prazos e, se o exame não for realizado, a autuação é gerada automaticamente. Isso elimina a necessidade de abordagens policiais e garante uma fiscalização mais eficiente.
Regularização e Segurança
Para regularizar a situação, o motorista deve enviar o resultado negativo do exame para o sistema do governo pelo laboratório credenciado. Manter o exame em dia não é apenas uma questão de segurança, mas também uma proteção para o bolso e para a carreira de quem depende da CNH.
