Direita brasileira em crise: família Bolsonaro enfrenta desafios e incertezas. Crise familiar impacta movimento conservador e futuro eleitoral de 2026.
Uma reportagem publicada na segunda-feira, 1º de dezembro de 2025, do jornal aponta que a direita brasileira encontra-se em um momento crucial, observando a situação da família Bolsonaro. A tradicional publicação britânica descreve um cenário político vulnerável devido aos problemas enfrentados pelos filhos do ex-presidente.
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O governador do Partido Liberal (PL) de São Paulo, (Republicanos), é apontado como o candidato mais competitivo para desafiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. A reportagem sugere que o cenário atual representa uma crise para o movimento conservador.
A publicação destaca que Jair Bolsonaro, descrito como o “presidente de direita incendiário do Brasil que idolatrava Donald Trump e buscava construir uma dinastia política na maior democracia da América Latina”, enfrenta dificuldades com o político de 70 anos preso por conspiração para um golpe de Estado, e seus filhos, também políticos, que lidam com erros próprios.
O texto enfatiza que o clã Bolsonaro está em crise, buscando um novo líder. A reportagem adverte que a situação atual representa um momento de autossabotagem para o movimento.
A reportagem também aborda a atuação do deputado federal do PL-SP nos Estados Unidos, onde buscou sanções contra o Brasil com o objetivo de auxiliar o pai. Inicialmente vista como uma estratégia, a atuação do deputado se tornou um fardo político, segundo o Financial Times.
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As ações do deputado irritaram empresários e não alcançaram o objetivo de evitar a prisão de Bolsonaro. A reportagem descreve a situação como um “fracasso espetacular”.
O jornal menciona o episódio em que Bolsonaro danificou a tornozeleira eletrônica durante a prisão domiciliar, o que resultou em sua prisão preventiva em regime fechado. Esse evento é citado como um símbolo de desorientação e desgaste dentro do clã.
O Financial Times estima que o campo conservador, mesmo desgastado, mantém uma base fiel, representando aproximadamente 1/5 do eleitorado. A incerteza reside na aceitação desse grupo a uma mudança de liderança caso Bolsonaro transfira sua influência para um sucessor que não faça parte da família.
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