Citigroup prevê novas demissões em março, seguindo cortes de 1.000 vagas. A CEO Jane Fraser busca otimizar custos e fortalecer a saúde financeira do banco.
O Citigroup está preparado para realizar novas demissões de funcionários em março, seguindo uma primeira rodada de cortes que envolveu aproximadamente 1.000 vagas, segundo informações de duas fontes internas. A empresa pretende anunciar essa nova fase de redução de pessoal após o pagamento dos bônus, sem revelar detalhes sobre o volume ou as áreas impactadas.
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Essas medidas fazem parte de um esforço contínuo da administração para otimizar custos e fortalecer a saúde financeira do banco.
A presidente-executiva do Citigroup, Jane Fraser, lidera um plano abrangente de reestruturação, visando resolver questões regulatórias e impulsionar o crescimento dos lucros, buscando alcançar um desempenho competitivo em relação aos seus concorrentes.
A estratégia da empresa se concentra em uma reavaliação completa de suas operações e na identificação de áreas onde a eficiência pode ser aumentada.
De acordo com uma das fontes, as demissões de março provavelmente afetarão cargos de alta gerência e funcionários em diversas linhas de negócios da instituição. Alguns gerentes seniores foram realocados para outras divisões da empresa para garantir a continuidade de seus empregos antes da implementação da redução de pessoal.
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A empresa busca garantir uma transição suave e minimizar o impacto sobre as operações.
A segunda fonte indicou que as demissões também impactaram funcionários em posições de liderança. As fontes envolvidas não quiseram ser identificadas devido à natureza confidencial das informações. O Citigroup não comentou sobre as possíveis demissões, direcionando a Reuters para declarações do diretor financeiro, Mark Mason, durante uma teleconferência sobre resultados.
Mason mencionou a expectativa de uma redução no número de funcionários até 2026.
O número de funcionários do Citigroup diminuiu de 240.000 em 2022 para 226.000 no final do ano passado. “Estamos reduzindo o número de funcionários e esperamos que essa tendência continue à medida que analisamos a trajetória de nossa base de despesas”, afirmou Mason aos analistas durante a teleconferência.
A empresa registrou gastos de US$800 milhões em indenizações por rescisão de contrato no ano passado.
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