Cirurgias “Milagrosas” para Pós-Bariatrica: Debate Quente no Congresso!

Cirurgias inovadoras para pacientes bariátricos em debate no Congresso! 🩺 Proposta busca tratamento no SUS para excesso de pele após cirurgia. Saiba mais!

04/04/2026 10:33

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(Imagem de reprodução da internet).

Cirurgias Reparadoras para Pacientes Pós-Bariatrica em Debate no Congresso

Uma proposta em análise na Câmara dos Deputados busca incluir cirurgias reparadoras funcionais como parte integrante do tratamento para obesidade mórbida no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é tratar pacientes que, após a cirurgia bariátrica, apresentam excesso de pele e tecidos, buscando melhorar sua qualidade de vida e saúde.

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A iniciativa define essas cirurgias como terapêuticas e reparadoras, com foco na correção de problemas decorrentes da perda de peso significativa, e não apenas como procedimentos estéticos. O projeto contempla a remoção de excesso de pele em áreas como abdome, coxas, braços e mamas, sempre com indicação médica e funcional.

Renata Abreu, especialista em saúde, ressaltou que o excesso de pele após a bariátrica pode gerar complicações além da aparência física. “Essa condição pode causar problemas de saúde física e emocional nos pacientes”, explicou. Ela mencionou dermatites, infecções, dores, limitações de movimento e dificuldades para realizar atividades cotidianas, como higiene e exercícios.

A proposta do projeto estabelece critérios rigorosos para acesso às cirurgias pelo SUS. Os pacientes devem ter realizado a cirurgia bariátrica, apresentar estabilidade de peso por um período determinado pelo Ministério da Saúde, além de um laudo médico comprovando prejuízo funcional, clínico ou psicossocial.

Uma avaliação completa será feita por uma equipe multidisciplinar do SUS.

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Caso a proposta seja aprovada e se torne lei, o Ministério da Saúde será responsável por atualizar os protocolos clínicos e a tabela de procedimentos e medicamentos do SUS. Os recursos financeiros para a execução da medida virão do orçamento do órgão, respeitando os limites estabelecidos.

O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Saúde, Finanças e Tributação, e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para ser aprovada, a proposta precisa ser votada e aprovada tanto pela Câmara dos Deputados quanto pelo Senado, e, por fim, sancionada pela Presidência da República.

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