Cirurgia Inédita: Paciente Vive 48 Horas Sem Pulmões e Revoluciona Tratamento!

Pulmões removidos, paciente sobrevive! Cirurgia inovadora salva vida em caso inédito nos EUA. Saiba mais!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Marco para Pacientes com Insuficiência Pulmonar

Cirurgiões da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, alcançaram um feito notável ao manter um paciente vivo por mais de 48 horas sem os pulmões. O caso, ocorrido em 2023, envolveu um homem de 33 anos que enfrentava uma infecção fulminante após a remoção dos órgãos.

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Suporte Artificial e Transplante Duplo

O paciente, residente do Missouri e previamente saudável, foi transferido para o hospital em estado crítico, recebendo suporte com uma ECMO (ExtraCorporal Membrane Oxygenation), que fornece oxigênio ao sangue quando os pulmões e o coração não conseguem mais realizar essa função. A infecção, causada pela bactéria Pseudomonas aeruginosa e resistente a todos os antibióticos, levou à liquefação dos pulmões e ao choque séptico, culminando em falência renal e parada cardíaca. A equipe médica rapidamente interveio, realizando uma pneumonectomia bilateral – a remoção completa dos dois pulmões – para eliminar o foco da infecção.

Inovação no Suporte Pulmonar Artificial

Para garantir a sobrevivência do paciente, a equipe desenvolveu o Total Artificial Lung system (TAL), um pulmão artificial total. Esse sistema, que aprimora a tecnologia da ECMO, utiliza um desvio adaptativo para controlar a pressão sanguínea e caminhos duplos para oxigenação direta, mantendo a circulação e o oxigênio estáveis mesmo com a ausência dos pulmões.

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A equipe também empregou medidas como expansores de soro fisiológico e a reconstrução do pericárdio para manter o coração na posição correta até a realização do transplante.

Resultados e Recuperação

A remoção dos pulmões infectados e a utilização do TAL geraram uma melhora imediata na saúde do paciente, com a regulação dos níveis de lactato e a estabilização da pressão arterial. Após a chegada dos órgãos doadores, o transplante foi um sucesso, e o paciente, dois anos depois, vive de forma independente e com excelente saúde pulmonar.

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Esse caso representa um marco para pacientes com insuficiência pulmonar catastrófica, que antes eram consideradas sem chances de recuperação.

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