Ciro Nogueira Alerta: Futuro de Flávio Bolsonaro em Risco nas Eleições de 2026!

Ciro Nogueira dispara contra Flávio Bolsonaro nas eleições! O senador alerta sobre o futuro do ex-parlamentar e condiciona apoio à pré-campanha. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Ciro Nogueira Alerta Sobre o Futuro de Flávio Bolsonaro nas Eleições

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente da Federação União Progressista, expressou preocupação com a estratégia de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida presidencial. Em declaração à Jovem Pan, Nogueira condicionou qualquer possível apoio da federação à candidatura de Flávio ao foco da pré-campanha. “Vamos aguardar como ele vai vir, se ele vai focar em estratégia e pesquisas, ou se ele vai vir apenas para defender o legado do pai.

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Aí ele vai perder”, afirmou o senador.

União Progressista Busca Candidato a Vice

Caso a União Progressista decida apoiar Flávio Bolsonaro, a federação manifestou interesse em indicar um candidato a vice para a chapa. “Se formos apoiar ele, é uma possibilidade”, declarou Ciro Nogueira, indicando a importância de uma estratégia de campanha abrangente.

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Ciro Nogueira Vota a Favor de Messias no STF

O senador Ciro Nogueira também anunciou seu voto a favor de Jorge Messias para a vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal. “Tenho admiração, todo mundo sabe, ao Messias, é um bom amigo, e vou votar favoravelmente a ele”, disse. A decisão reflete um apoio crescente de figuras da base do governo.

Clima de Aprovação para Messias

A reportagem apurou que há um clima de aprovação em torno da nomeação de Messias, com o apoio de bolsonaristas. A reaproximação de figuras como o ex-presidente da Câmara, Davi Alcolumbre, também é notada, com fontes indicando que ele estaria com o “coração amolecido” após o contato com o presidente Lula.

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Sabatina de Messias Adiada, Resistências no Senado

A nomeação de Messias ao STF ainda enfrenta resistências no Senado, o que levou ao adiamento de sua sabatina. A nomeação, feita em novembro do ano passado, gerou críticas, conforme apurou a reportagem, com o então presidente da Câmara, Rodrigo Pacheco, sendo um dos principais opositores.

A situação demonstra a complexidade do processo de nomeação de ministros no contexto político atual.

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