Cinema brasileiro conquista quatro indicações ao BAFTA 2026 e Oscar!

Cinema brasileiro conquista 4 indicações ao BAFTA 2026! “O Agente Secreto” e “Apocalipse nos Trópicos” são destaque. Wagner Moura e “O Agente Secreto” em ascensão!

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(Imagem de reprodução da internet).

O cinema brasileiro alcançou um marco significativo com quatro indicações ao BAFTA 2026, o prestigioso prêmio da Academia Britânica de Cinema e Artes Televisivas. O anúncio oficial ocorreu na terça-feira, 27 de janeiro de 2026.

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A cerimônia de premiação está prevista para 22 de fevereiro. O Brasil busca ampliar seu histórico de conquistas nesse cenário internacional.

Principais Indicações

O filme “O Agente Secreto”, dirigido por um cineasta desconhecido, figura como concorrente em duas categorias: Melhor Roteiro Original e Melhor Filme de Língua Não Inglesa. “Apocalipse nos Trópicos”, com direção de um cineasta também desconhecido, disputa o prêmio de Melhor Documentário.

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Representação Brasileira

Adolpho Veloso contribui com o cinema nacional na categoria Melhor Fotografia, através do seu trabalho em “Sonhos de Trem”. O reconhecimento da fotografia é um destaque para o país.

Contexto Histórico e Importância do BAFTA

O BAFTA é considerado um termômetro para a premiação do Oscar, que ocorrerá em 15 de março, em Los Angeles. As indicações ao BAFTA frequentemente influenciam as expectativas e estratégias de campanha para o Oscar.

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Ao longo da história, o Brasil conquistou três vitórias no BAFTA, com filmes como “Central do Brasil” (1999) e “Diários de Motocicleta” (2004), ambos dirigidos por Walter Salles.

Conquistas Anteriores

“Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles e Kátia Lund, obteve o prêmio de Melhor Edição no BAFTA em 2003, um marco importante para o cinema brasileiro.

Campanha e Reconhecimento Internacional

A campanha de “O Agente Secreto” ganhou impulso após sua estreia no Festival de Cannes em maio de 2025, onde o diretor e o ator receberam prêmios do júri. O filme também obteve reconhecimento em ciclos de críticos nos Estados Unidos, impulsionando sua candidatura ao Oscar.

A produção se passa em 1977, durante o período da ditadura militar no Brasil (1964-1985), com Wagner Moura interpretando Marcelo (ou Armando), um ex-professor universitário em busca de redenção em Recife.

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