Cilia Flores, advogada e política venezuelana, teve papel central em momentos de protestos e apoio a Hugo Chávez. Foi procuradora-geral e teve atuação na Assembleia Nacional
Cilia Flores, advogada e política venezuelana, nasceu em 15 de outubro de 1956. Ela é a mais nova de seis irmãos. Sua trajetória política se desenvolveu em um contexto de protestos e mudanças significativas na Venezuela.
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Em 1989, após se mudar para Caracas, Flores participou de manifestações contra o aumento dos preços dos combustíveis, que ela descreveu como um “chamado revolucionário”. Ela se tornou uma apoiadora de Hugo Chávez, desempenhando um papel crucial no cenário político venezuelano.
Após a tentativa de golpe fracassada em 1992, Flores ofereceu assistência jurídica. Ela foi eleita para a Assembleia Nacional em 2000 e, posteriormente, liderou a Assembleia em 2007, mantendo uma posição firme no legislativo.
Em 2012, foi nomeada procuradora-geral por Chávez, cargo que ocupou até a morte do presidente em 2013. Posteriormente, seu então vice, Nicolás Maduro, venceu a eleição e, junto com ela, formalizou a eleição no mesmo ano.
Com o tempo, Cilia Flores ganhou crescente influência no regime de Maduro. Em 2013, forças americanas confirmaram que realizaram um ataque em grande escala contra a Venezuela e o presidente Nicolás Maduro, juntamente com sua esposa, Cilia Flores, que foram capturados e retirados do país.
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