Cientista brasileira revoluciona tratamento para lesões na medula! Nova substância, Polilaminina, promete regenerar movimentos. Saiba mais!
A descoberta de uma substância desenvolvida por uma cientista brasileira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que pode regenerar movimentos em pacientes com lesão medular reacendeu a esperança para milhões de famílias em todo o mundo.
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Mas, afinal, qual o status da disponibilidade desse tratamento inovador?
Disponibilidade do Tratamento: Um Processo em Andamento
Atualmente, o tratamento, baseado na proteína Polilaminina, ainda não está disponível para uso geral. Apesar dos resultados experimentais serem revolucionários, a substância está em uma fase crucial de transição do laboratório para a prática médica, seguindo um processo regulatório rigoroso.
O tratamento não está presente nas farmácias e ainda não foi aprovado para uso em larga escala.
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A Aprovação da Anvisa e os Próximos Passos
Em 5 de janeiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu o aval para o início dos estudos clínicos de Fase 1 em humanos no Brasil. Essa aprovação representa um marco histórico, pois marca o início de testes controlados e oficiais em um grupo de voluntários selecionados em hospitais especializados.
Essa fase é essencial para garantir a segurança e eficácia do medicamento antes de receber o registro definitivo e ser incorporado ao sistema público de saúde.
Como Funciona a Polilaminina?
A Polilaminina é desenvolvida a partir de uma proteína natural do corpo, a laminina, encontrada principalmente na placenta. A substância age como uma “cola biológica” ou um andaime, permitindo que as conexões nervosas interrompidas sejam restauradas.
Ao injetar a Polilaminina no local da lesão, a substância cria uma ponte física que possibilita o crescimento dos neurônios e sua travessia pela área danificada.
Resultados Promissores e Parceria Nacional
Os resultados iniciais, obtidos em casos isolados e em caráter experimental, como no caso do paciente Bruno Drummond, foram surpreendentes, permitindo o retorno da sensibilidade e da locomoção. A produção do medicamento é fruto de uma parceria entre a UFRJ e o laboratório nacional Cristália, o que deve facilitar a distribuição e reduzir os custos quando o tratamento for aprovado.
O Futuro do Tratamento no SUS
Embora o cronograma exato para a chegada do tratamento ao Sistema Único de Saúde (SUS) ainda esteja sendo definido, o Ministério da Saúde tem acompanhado de perto o processo de testes clínicos. Dada a relevância da tecnologia e seu potencial para transformar a vida de milhares de pessoas, o governo brasileiro tem demonstrado interesse em agilizar a aprovação assim que os estudos forem concluídos.
Conclusão:
A cura da tetraplegia e paraplegia deixou de ser ficção científica e tornou-se uma questão de cronograma regulatório. O Brasil está, literalmente, a alguns passos de mudar a história da neurologia mundial.
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