Crescente Preocupação com a Situação no Oriente Médio Impulsiona Retirada de Cidadãos
Diversos países têm intensificado suas medidas de precaução no Oriente Médio, com um número crescente de cidadãos sendo aconselhados a evitar viagens ao Irã e, em alguns casos, instruídos a deixar o país imediatamente. A situação tensa entre Washington e Teerã, relacionada ao programa nuclear iraniano e à possível flexibilização das sanções americanas, tem sido o principal fator por trás dessas decisões.
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O objetivo é minimizar os riscos para os cidadãos em um contexto de incertezas e desconfianças mútuas.
Ações de Países Individuais
A Finlândia foi uma das primeiras a emitir um alerta, aconselhando seus cidadãos a evitarem todas as viagens ao Irã e a deixarem o Iêmen e a Líbia. A Austrália, por sua vez, orientou seus diplomatas dependentes a deixarem Israel e o Líbano, devido à deterioração da segurança na região, oferecendo a opção de saída voluntária para cidadãos australianos em países como Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Catar.
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A Sérvia também emitiu um alerta, recomendando que seus cidadãos no Irã deixassem o país o mais rápido possível, devido ao aumento das tensões e ao risco de instabilidade.
Outros Países e Recomendações
A Polônia, liderada pelo primeiro-ministro Donald Tusk, emitiu um alerta urgente, instruindo seus cidadãos a deixarem o Irã imediatamente. Nos Estados Unidos, a embaixada americana está retirando funcionários não essenciais e seus familiares de sua embaixada no Líbano, em resposta às tensões com o Irã.
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A Suécia também aconselhou seus cidadãos a evitarem viagens ao Irã e a deixarem o país, reforçando a importância de não esperar assistência governamental para a retirada. A Índia, através de sua embaixada, orientou seus cidadãos que se encontram no Irã a deixarem o país por meios de transporte disponíveis.
Recomendações Adicionais e Considerações
O Chipre e Cingapura também emitiram alertas, aconselhando seus cidadãos a evitarem viagens ao Irã e a deixarem o país imediatamente. A Alemanha, por sua vez, recomendou que seus cidadãos deixem o Irã, ressaltando que voos comerciais ainda estão operando e que a saída por terra é uma opção.
O Brasil, seguindo um alerta anterior, também recomendou que seus cidadãos deixem o Irã, reforçando a orientação dada a cidadãos do Líbano em janeiro.
