Christine Lagarde pode deixar o BCE antes da eleição francesa – Crise no Banco Central Europeu?

Lagarde pode deixar o BCE antes da eleição na França! 🚨 Reportagem do FT aponta possível saída da presidente do Banco Central Europeu. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Christine Lagarde Pode Sair do BCE Antes da Eleição Francesa

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, pode deixar seu cargo antes do término de seu mandato de oito anos, conforme reportagem do Financial Times. Uma fonte próxima ao jornal indicou que a saída da dirigente europeia poderia ocorrer antes da eleição presidencial francesa, prevista para abril do próximo ano.

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Até o momento, não há uma data definida para a possível renúncia, mas a especulação sobre a saída da Lagarde tem gerado debates no cenário econômico.

O BCE emitiu uma declaração oficial ao site britânico, assegurando que a presidente não tomou qualquer decisão formal sobre o fim de seu mandato e que continua focada em suas responsabilidades. A situação levanta questões sobre a sucessão e a influência que o governo francês, liderado por Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, poderiam exercer na escolha do novo líder do BCE.

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Diversos nomes têm sido mencionados por economistas como possíveis herdeiros de Lagarde. Entre eles, Pablo Hernández de Cos, Klaas Knot, Isabel Schnabel e Joachim Nagel. A eleição francesa, que se desenrola em meio à ascensão de Marine Le Pen nas pesquisas, adiciona uma camada de complexidade à situação, considerando a postura eurocética defendida pela líder de extrema-direita.

Marine Le Pen e Jordan Bardella, seu possível substituto, mantêm uma visão crítica em relação à União Europeia, o que pode impactar a relação entre o BCE e instituições como o Banco Central Europeu. A gestão de Christine Lagarde no cargo, iniciado em novembro de 2019, foi marcada por desafios significativos, incluindo a alta inflação da Zona do Euro, que atingiu quase 11% no final de 2022.

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Para combater a inflação, o BCE elevou as taxas de juros em ciclos sucessivos, chegando a 4% em pouco mais de um ano. A partir de meados de 2024, a taxa foi reduzida para 2%, acompanhando a desaceleração da inflação e o retorno à meta de 2% estabelecida pelo banco central.

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