China Surpreende: Emissões de CO2 Estabilizam-se e Levantam Expectativas!

China surpreende: emissões de CO2 se estabilizam! Nova análise do CREA aponta para possível virada na economia chinesa. Descubra os detalhes!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Emissões de CO2 na China Estabilizam-se, Aponta Análise

Uma nova análise, divulgada nesta quinta-feira, 12, pelo Centre for Research on Energy and Clean Air (CREA) e publicada no site Carbon Brief, indica que as emissões de dióxido de carbono da China permaneceram estáveis em 2025, com um leve recuo de 0,3% em relação a 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A China continua sendo o maior emissor global de gases de efeito estufa, mas a situação atual levanta a possibilidade de que o país possa iniciar uma trajetória de redução sustentável.

Fatores Contribuintes para a Estabilização

A estabilidade nas emissões ocorre em um momento de aumento da demanda por energia, um cenário incomum para a economia chinesa. O avanço das fontes renováveis, especialmente no setor de geração elétrica, foi fundamental para conter o aumento do CO₂.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, houve uma redução nas emissões na indústria, com destaque para o setor de materiais de construção, devido à desaceleração das obras, e no transporte, impulsionado pelo crescimento da frota de veículos elétricos.

Cautela e Desafios Persistem

No entanto, o estudo ressalta que a queda estimada pode estar dentro da margem de erro. Segundo o analista do CREA, Lauri Myllyvirta, “como a redução é muito pequena, não é possível afirmar com certeza que tenha ocorrido”. A análise aponta que a tendência de desaceleração começou em março de 2024, mas o avanço é considerado frágil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Preocupações com o Setor Químico

Uma preocupação adicional é o crescimento das emissões no setor químico, que, embora represente uma parcela menor do total, tem mantido um ritmo de crescimento elevado. Apesar de as emissões terem deixado de subir no ritmo observado até 2023, elas ainda não recuam na velocidade necessária para que o país avance em direção à neutralidade de carbono.

A expansão da capacidade de armazenamento, por meio de baterias, pode ser crucial para integrar melhor as fontes renováveis ao sistema elétrico, que ainda enfrenta limitações de infraestrutura.

Sair da versão mobile