China testa armas nucleares e causa alerta global! 🚨 Acusações de testes nucleares da China em 2020 chocam o mundo. Thomas DiNanno revela evidências e a tática de “desacoplamento” da China. O futuro do controle de armas está em jogo! #China #ArmasNucleares #ControleDeArmas
A semana de 5 de fevereiro de 2026 marca um ponto de inflexão no cenário global de segurança. A expiração do Tratado Novo START, assinado entre os Estados Unidos e a Rússia, desencadeou uma série de acusações e incertezas sobre o futuro do controle de armas nucleares.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O subsecretário de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional, Thomas DiNanno, revelou que o governo dos EUA tem conhecimento de que a China realizou testes com explosivos nucleares, incluindo a preparação para testes com rendimentos previstos na ordem das centenas de toneladas.
O teste, ocorrido em 22 de junho de 2020, foi descrito como uma explosão de teste de produção de energia, com um rendimento “na casa das centenas de toneladas”, embora o número exato permaneça incerto devido à possibilidade de que a explosão tenha passado despercebida pelos sistemas de monitoramento.
A principal preocupação reside no que DiNanno chamou de “desacoplamento” – uma técnica utilizada pela China para diminuir a eficácia do monitoramento sísmico de explosões nucleares. Essa prática envolve a escavação de grandes cavernas, o que reduz a atividade sísmica detectável, dificultando a detecção dos testes.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO) confirmou a ausência de detecção de eventos consistentes com uma explosão nuclear em 22 de junho de 2020, e análises subsequentes não alteraram essa conclusão. O Sistema Internacional de Monitoramento (IMS) da CTBTO, capaz de detectar explosões com potência equivalente ou superior a 500 toneladas de TNT, detectou todos os seis testes declarados pela Coreia do Norte.
O porta-voz da Embaixada da China em Washington, DC, reafirmou o compromisso do país com uma política de “não primeiro uso” de armas nucleares e uma estratégia nuclear focada na autodefesa, além de aderir à sua moratória de testes nucleares.
A China se mostrou disposta a trabalhar com todas as partes para defender a autoridade do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares e salvaguardar o regime internacional de desarmamento e não proliferação nuclear. No entanto, a China continua a rejeitar sistematicamente as negociações trilaterais de controle de armas, argumentando que seus arsenais não estão em pé de igualdade com os de Moscou e Washington.
DiNanno declarou que “5 de fevereiro de 2026 marca, de fato, o fim de uma era: o fim da contenção unilateral dos EUA”, referindo-se ao fim do Tratado Novo START. Embora não tenha confirmado explicitamente a instalação de novas armas nucleares, ele indicou que os Estados Unidos provavelmente concluirão seus programas de modernização nuclear em andamento.
O governo dos EUA planeja manter uma dissuasão nuclear robusta, credível e modernizada, e negociar a partir de uma posição de força. DiNanno enfatizou que a próxima era do controle de armas pode e deve continuar com foco claro, mas exigirá a participação de mais do que apenas a Rússia na mesa de negociações.
A incerteza persiste sobre como os EUA pretendem levar a China à mesa de negociações, considerando que Pequim tem se mostrado resistente às negociações trilaterais.
Daryl Kimball, diretor executivo da Arms Control Association, ressaltou que, se houver uma violação real do tratado de proibição de testes nucleares, isso é um grande problema. Ele pediu aos EUA que propusessem uma “abordagem sensata”, como negociações bilaterais sobre o controle de armamentos.
Matthew Kroenig, vice-presidente e diretor sênior do Centro Scowcroft para Estratégia e Segurança do Atlantic Council, argumentou que, se a China está preocupada com o fato de que o Novo START expirou, eles deveriam querer controle de armamentos. “Se eles conseguirem que limitemos nosso arsenal, isso será melhor para eles”, disse ele.
A situação exige uma abordagem cautelosa e diplomática, com o objetivo de evitar uma escalada no cenário global de segurança.
Autor(a):
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!