China redefine o luxo: mercado de bens de luxo dispara com novas prioridades! 🚀 Descubra a transformação no consumo e o boom do mercado de segunda mão. Bain & Company revela o futuro do luxo na China em 2026!
Em 2025, o mercado de bens de luxo na China passou por uma transformação significativa, refletindo uma nova mentalidade entre os consumidores. Um relatório da Bain & Company revelou que a nova geração de consumidores chineses estava direcionando uma parcela maior de seus investimentos para bens de luxo, abandonando o foco puramente emocional que caracterizava o consumo anterior.
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Essa mudança se baseava em uma lógica de investimento racional, considerando fatores como o potencial de revenda, a preservação do patrimônio e o custo-benefício de cada produto.
Após uma retração inicial em 2024, o mercado de bens de luxo chinês começou a mostrar sinais de recuperação a partir do terceiro trimestre do ano. Bruno Lannes, da Bain & Company, atribuiu essa mudança a uma postura mais cautelosa dos consumidores, que passaram a priorizar produtos de alta qualidade, com um equilíbrio adequado entre preço, exclusividade e funcionalidade.
Essa tendência se refletiu em um aumento da demanda por joias e bens de luxo de segunda mão.
Um dos aspectos mais notáveis da recuperação foi o crescimento exponencial do mercado de bens de luxo de segunda mão. Dados da Bain indicaram um crescimento entre 15% e 20% nesse segmento em 2025. Esse aumento foi impulsionado pela maior oferta de produtos, pela crescente aceitação por parte de consumidores atentos ao preço e pelo desenvolvimento de plataformas digitais especializadas em revendas de luxo.
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A valorização do ouro no mercado internacional também contribuiu para a recuperação do setor de joias na China.
Além do aumento do mercado de segunda mão, a Bain observou uma mudança no padrão de compra dos consumidores chineses. Em 2025, houve uma redução significativa nas aquisições de bens de luxo no exterior. A consultoria estimou que 65% do consumo de luxo ocorreu na China continental, enquanto apenas 35% foi realizado fora do país.
Essa tendência foi influenciada pela política de isenção de vistos e pela facilidade de reembolso de impostos, que atraíram consumidores estrangeiros à China.
Priscilla Dell’Orto, da Bain & Company, previu que a China continuaria sendo a principal base do crescimento global do mercado de bens de luxo em 2026. Apesar da volatilidade ainda presente no setor, a consultoria identificou uma trajetória consistente de recuperação a partir do segundo semestre de 2025, indicando um futuro promissor para o mercado de luxo chinês.
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