A China minimizou o aumento da presença de seus navios no arquipélago de Diaoyu, área contestada pelo país e pelo Japão. Em 8 de janeiro de 2026, um porta-voz respondeu a questionamentos sobre relatos da mídia japonesa que documentaram o avistamento de embarcações da Guarda Costeira Chinesa na região por 356 dias, superando os 355 dias de 2024.
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Esse registro representa o maior número de avistamentos de patrulhas chinesas na área.
Reações e Advertências
O porta-voz, coronel Zhang Xiaogang, afirmou que as ilhas são território chinês e que não há necessidade de preocupação. Ele aconselhou o Japão a “agir com cautela em suas palavras e ações” para evitar agravar a situação na região. A soberania do Diaoyu voltou a ser um ponto central nas discussões entre os dois países após recentes tensões.
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Contexto Histórico e Geográfico
O arquipélago de Diaoyu (conhecido como Senkaku no Japão) é composto por cinco ilhas desabitadas, totalizando uma área de 7 quilômetros quadrados. A disputa territorial remonta ao período colonial japonês, quando o arquipélago foi anexado em 1895.
Após a Segunda Guerra Mundial, o Japão devolveu diversos territórios à China, mas o Diaoyu não foi incluído nesses acordos.
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Recursos Naturais e Disputa Atual
A China reivindica a soberania sobre o Diaoyu com base em argumentos geográficos e potenciais recursos naturais, como reservas de petróleo e gás, identificados em 1969. A disputa continua sendo um ponto de tensão entre China e Japão, com implicações para a segurança regional.
