China executa 11 criminosos ligados a gangues em Mianmar e China

China executa 11 suspeitos de gangues em Mianmar. Acusações incluem fraudes em telecomunicações. A ação visa combater “centros de golpes” na região.

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(Imagem de reprodução da internet).

Operações de Gangues em Mianmar Resultam em Execuções na China

A China realizou a execução de 11 indivíduos ligados a gangues criminosas operando no norte de Mianmar. A informação foi divulgada pela agência de notícias estatal Xinhua nesta quinta-feira (29). Os acusados, incluindo membros de grupos envolvidos em fraudes por meio de telecomunicações, foram julgados e condenados à morte em setembro.

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As execuções foram conduzidas por um tribunal localizado em Wenzhou, na província de Zhejiang, conforme relatado pela Xinhua. A agência de notícias não forneceu detalhes específicos sobre os criminosos envolvidos no caso. A ação demonstra a crescente preocupação da China com atividades criminosas que ocorrem em suas fronteiras.

Nos últimos anos, a China tem intensificado a cooperação com países vizinhos do Sudeste Asiático, como Tailândia, Mianmar e Camboja, visando combater operações de “centros de golpes” que atuam na região. Essa estratégia visa conter atividades criminosas que se aproveitam da proximidade da fronteira.

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Como consequência dessa colaboração, um grande número de suspeitos de crimes foi repatriado para a China. Especialistas em crime organizado transnacional estimam que milhares de indivíduos envolvidos em atividades ilegais foram devolvidos ao país.

Em 2023, o Ministério da Segurança Pública da China informou que mais de 7.600 cidadãos chineses acusados de jogos de azar online e fraudes em telecomunicações foram repatriados de Myawaddy, uma cidade na fronteira sudeste de Mianmar, próxima à Tailândia.

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Recentemente, o Camboja extradiou para a China o empresário Chen Zhi, que, segundo informações dos Estados Unidos, lidera um conglomerado que atua como fachada para uma rede de fraudes cibernéticas de grande escala. A situação reflete a complexa dinâmica de segurança na região e a crescente colaboração internacional para combater crimes transnacionais.

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