China Reage com Defesa a Tarifas Americanas e Anuncia Possível Reunião com Trump
O Ministério do Comércio da China expressou sua forte oposição às “medidas tarifárias unilaterais” impostas pelos Estados Unidos, em resposta à decisão da Suprema Corte dos EUA que invalidou as tarifas globais implementadas durante o governo anterior.
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A China argumenta que essas tarifas violam as regras do comércio internacional e a legislação interna dos EUA, e não beneficiam a nenhuma das partes envolvidas. A declaração do Ministério do Comércio enfatiza a importância da cooperação entre os dois países, ressaltando que o conflito só causa prejuízos.
A decisão da Suprema Corte, que ocorreu na sexta-feira (20 de fevereiro), foi unânime, com seis votos a três, e considerou ilegal a imposição de tarifas globais pelo presidente, sem a aprovação do Congresso, conforme previsto na Constituição dos Estados Unidos.
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A Constituição norte-americana atribui ao Legislativo o poder exclusivo de instituir impostos e tarifas de importação.
Horas após a decisão da Corte, o presidente norte-americano anunciou a intenção de elevar a tarifa global para 15% sobre produtos estrangeiros, inicialmente programada para entrar em vigor na terça-feira (24 de fevereiro). O republicano justificou a medida com base na Seção 122 da legislação americana, que permite ao presidente impor tarifas por até 150 dias sem a necessidade de aprovação do Congresso, uma prática inédita nos Estados Unidos.
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O Ministério do Comércio chinês declarou que continuará monitorando a situação de perto e defenderá os interesses da China. A China planeja uma reunião com o presidente norte-americano Xi Jinping (Partido Comunista Chinês, esquerda) em abril, que será a primeira visita oficial de um presidente americano ao país desde 2017.
