China desafia EUA com sanções contra importação de petróleo iraniano

China desafia EUA com rejeição a sanções contra empresas por petróleo iraniano. Tensão global aumenta! Saiba mais.

02/05/2026 14:08

2 min

China desafia EUA com sanções contra importação de petróleo iraniano
(Imagem de reprodução da internet).

China Rejeita Saneções Americanas Contra Empresas por Importação de Petróleo Iraniano

O governo chinês declarou nesta semana que não aceitará as sanções impostas pelos Estados Unidos contra cinco empresas locais acusadas de adquirir petróleo do Irã. A decisão, anunciada em um comunicado oficial, demonstra a crescente tensão entre as duas nações em relação ao fornecimento de energia e às relações comerciais.

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Washington tem intensificado as restrições contra refinarias chinesas que importam petróleo iraniano a preços mais baixos, buscando limitar as receitas do Irã, um importante fornecedor de petróleo bruto para a China.

O Ministério do Comércio da China expressou veemente desaprovação às medidas americanas, afirmando que elas não devem ser reconhecidas, aplicadas ou respeitadas. O governo chinês argumenta que as sanções restringem indevidamente as atividades comerciais legítimas de empresas chinesas, violando o direito internacional e as normas básicas que regem as relações entre Estados.

A postura do governo reflete uma preocupação com a interferência em suas políticas energéticas e comerciais.

Empresas Alvo das Sanções

As sanções americanas abrangem três empresas da província de Shandong – Shandong Jincheng Petrochemical Group, Shandong Shouguang Luqing Petrochemical e Shandong Shengxing Chemical – além de duas outras localizadas em diferentes regiões da China: Hengli Petrochemical (Dalian) Refinery e Hebei Xinhai Chemical Group.

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Essas empresas são acusadas de facilitar a importação de petróleo iraniano, gerando um volume significativo de negócios para o Irã.

Nova Sanção Contra Importadora de Petróleo

Na sexta-feira anterior, os Estados Unidos também impuseram sanções à Qingdao Haiye Oil Terminal Co., acusada de importar “dezenas de milhões de barris” de petróleo iraniano, resultando em bilhões de dólares em receitas para o Irã. Essa nova medida intensifica a pressão econômica sobre a China em relação ao seu relacionamento com o Irã e demonstra a determinação dos EUA em restringir o fornecimento de petróleo iraniano.

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