China cobra libertação imediata de Maduro e Cilia Flores após operação EUA

China expressa preocupação com detenção de Maduro e Cilia Flores; exige libertação imediata e fim de operações militares dos EUA.

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(Imagem de reprodução da internet).

A China manifestou nesta segunda-feira (4.jan.2026) profunda preocupação com a detenção do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, pelas autoridades americanas. O governo chinês classificou a ação como ilegal e exigiu a libertação imediata dos líderes venezuelanos, além do fim das operações militares norte-americanas destinadas a derrubar o regime de Maduro.

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Requisitos e Condições

O comunicado oficial do governo chinês detalha as exigências: a garantia da segurança pessoal de Maduro e Flores, a cessação dos esforços para subverter o governo venezuelano e a resolução da situação por meio do diálogo e da negociação. A China busca estabelecer um contraponto à influência dos Estados Unidos no cenário internacional.

Encontros e Relações Diplomáticas

Antes da operação, em sexta-feira (2.jan), o representante da China para Assuntos da América Latina e do Caribe, Qiu Xiaoqi, realizou uma reunião com Maduro no Palácio Miraflores, sede do governo venezuelano. Essa interação demonstra o interesse contínuo da China em manter um canal de comunicação com o líder venezuelano.

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Ações e Reações dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, (Partido Republicano), anunciou a operação militar no sábado (3.jan), através de sua plataforma Truth Social. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, informou que a ordem de captura de Maduro foi emitida na noite anterior.

A operação, realizada na madrugada de sábado, envolveu ataques a quatro alvos e o uso de 150 caças, além da neutralização de sistemas de defesa aérea venezuelanos.

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