China aumenta presença em Diaoyu e minimiza tensão com Japão em 2026

China minimiza aumento de navios em Diaoyu e aconselha cautela ao Japão. Em 2026, governo chinês nega preocupações e destaca soberania das ilhas.

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(Imagem de reprodução da internet).

A China minimizou o aumento da presença de seus navios no arquipélago de Diaoyu, área contestada pelo país e pelo Japão. Em 8 de janeiro de 2026, o porta-voz respondeu a questionamentos sobre reportagens da mídia japonesa que registraram o avistamento de embarcações da Guarda Costeira Chinesa na região por 356 dias, superando os 355 dias de 2024.

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Esse número representa o recorde de avistamentos de patrulhas chinesas na área.

Reações e Declarações

O porta-voz, coronel Zhang Xiaogang, afirmou que as ilhas são território chinês e que não há necessidade de preocupação por parte do Japão. Ele aconselhou o Japão a “agir com cautela em suas palavras e ações” para evitar agravar a situação na região.

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Disputa Territorial e Contexto Histórico

A soberania do arquipélago de Diaoyu, também conhecido como arquipélago Senkaku no Japão, tem sido motivo de tensão entre os países. A disputa se intensificou após uma crise recente entre China e Japão. A situação reacendeu antigas disputas e atraiu a atenção internacional.

Características do Arquipélago

O arquipélago Diaoyu é composto por cinco ilhas inabitadas, com uma área de 7 quilômetros quadrados. As ilhas estão localizadas a 170 km de Taiwan e a 170 km da ilha de Ishigaki, que pertence ao Japão. A disputa se concentra sobre o controle dessas ilhas.

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Histórico da Disputa

O controle das ilhas foi exercido pela China até 1895, após a Primeira Guerra Sino-Japonesa. Posteriormente, o Japão anexou as ilhas. A disputa se estende à questão da soberania, com a China argumentando que as ilhas fazem parte integrante de seu território.

A China também destaca o potencial econômico das ilhas, com a identificação de reservas de petróleo e gás, além de áreas de pesca.

Posição do Governo Japonês

O governo japonês afirma que as ilhas foram cedidas aos Estados Unidos, juntamente com a ilha de Okinawa, após a Segunda Guerra Mundial. A China contesta essa alegação, insistindo na soberania do território.

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