China aumenta importações de soja do Brasil e pressiona preços internacionais. Sinograin e COFCO formalizam acordos para compra de 12 milhões de toneladas.
A China planeja elevar significativamente suas importações de soja brasileira durante o primeiro semestre. Essa decisão se deve a uma produção recorde de oleaginosas no Brasil e a preços atrativos no mercado internacional. Essa estratégia consolida a posição da América do Sul como principal fornecedora do maior importador mundial de soja.
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Processadores de soja privados chineses já estão formalizando acordos para o recebimento de soja brasileira a partir de fevereiro. O aumento da oferta, impulsionado pela colheita em andamento, exerce pressão sobre os preços. Essa dinâmica pode impactar a demanda por espaço nos navios de carga provenientes dos Estados Unidos.
As compras de aproximadamente 12 milhões de toneladas de soja, realizadas exclusivamente pelas empresas estatais Sinograin e COFCO, demonstram a preferência por preços mais elevados praticados pelos Estados Unidos. Essa situação contrasta com a atuação dos compradores privados, que buscam opções mais econômicas.
A temporada de exportação americana, que se inicia em setembro, pode ser afetada por essa mudança no cenário de importação. A demanda por cargas dos EUA pode diminuir diante da crescente oferta de soja brasileira.
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