China atrai líderes mundiais em busca de parcerias estratégicas! Xi Jinping recebe Trump, Putin e outros em Pequim. Acordos comerciais e investimentos movimentam a economia global. Saiba mais!
Desde o início de 2026, a China tem intensificado seus esforços diplomáticos, recebendo visitas de líderes de diversos países, incluindo Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França, Coreia do Sul e Finlândia. Essa movimentação estratégica ocorre em um cenário internacional marcado por incertezas econômicas e tensões geopolíticas, com governos buscando estabilidade e canais de diálogo. A capital chinesa, Pequim, tem se tornado um ponto central nas articulações diplomáticas e comerciais, conforme observado pela revista Forbes.
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A sequência de encontros inclui conversas entre o presidente Xi Jinping e o presidente Vladimir Putin, buscando um novo plano para as relações bilaterais e a manutenção da estabilidade estratégica internacional. Também houve contato com o presidente Donald Trump, que descreveu a ligação como “muito positiva”. O primeiro-ministro britânico Keir Starmer retomou os contatos de alto nível após um período de redução no diálogo, expressando que o fortalecimento dos laços com a China atende ao interesse nacional britânico. Acordos foram firmados, como a assinatura de um roteiro de cooperação econômica e comercial com o Canadá, que também autorizou a importação de veículos elétricos chineses.
Além do diálogo com líderes, a China recebeu 18 novos embaixadores em Pequim, com Xi incentivando-os a conhecer diferentes regiões do país. Líderes como o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, o presidente da França, Emmanuel Macron, e o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, visitaram a China, participando de reuniões políticas e buscando oportunidades de investimento. A agenda de Lee Jae-myung também incluiu um fórum empresarial em Pequim, onde defendeu a cooperação em inteligência artificial.
A China iniciou a execução do 15º Plano Quinquenal (2026–2030), com Xi apresentando as diretrizes do plano, que priorizam o desenvolvimento econômico, a inovação tecnológica e a abertura comercial. Essas diretrizes visam criar oportunidades para empresas e governos parceiros. Acordos já foram firmados, como a cooperação em energia limpa e transição energética, conforme apontado pelo primeiro-ministro da Finlândia, Petteri Orpo. A China busca consolidar sua influência no cenário global, oferecendo oportunidades de parceria e buscando soluções para os desafios do século XXI.
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