China Expressa Preocupação com Decisão da Suprema Corte dos EUA sobre Tarifas
A China está conduzindo uma “avaliação completa” da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre as tarifas e solicitou que Washington suspenda as “medidas tarifárias unilaterais” impostas a seus parceiros comerciais. A preocupação foi expressa nesta segunda-feira (23) pelo Ministério do Comércio da China, após a decisão da corte, que ocorreu na sexta-feira (20), por uma margem de 6 a 3.
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A decisão da Suprema Corte norte-americana, que invalidou as tarifas implementadas pelo então presidente Donald Trump em 2025, sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), gerou reações imediatas. A corte considerou que as tarifas, aplicadas a diversos países, eram excessivas e não justificadas.
Em resposta à decisão, Donald Trump anunciou na sexta-feira (20) uma nova taxa global de 10% para entrar em vigor a partir de 24 de fevereiro. Essa medida, baseada em uma seção específica da lei, permite que a alíquota seja prorrogada por até 150 dias, com a aprovação do Congresso dos Estados Unidos.
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O Ministério do Comércio da China enfatizou que as tarifas americanas “violam as regras do comércio internacional e a legislação interna dos EUA, e não são do interesse de nenhuma das partes”. A China ressaltou que a cooperação entre os dois países é mutuamente benéfica, mas que a disputa atual é prejudicial para ambos.
A questão do comércio e das tarifas se tornou um ponto central na agenda de negociações entre os Estados Unidos e a China, especialmente em vista da visita de Trump à China no final de março e início de abril. A expectativa é que a resolução dessas disputas contribua para um ambiente mais favorável ao comércio internacional.
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