Reunião Bilateral Chile-Brasil Enfatiza Colaboração Apesar de Divergências
O presidente eleito do Chile, representando o Partido Republicano (direita), declarou na terça-feira, 27 de janeiro de 2026, que a reunião bilateral com o presidente do Brasil foi construtiva, apesar das diferenças ideológicas. O encontro ocorreu na Cidade do Panamá (Panamá), com a participação de ministros de ambos os países.
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As equipes estabeleceram contato para continuar discutindo temas de interesse mútuo.
Sebastián Kast, em entrevista a jornalistas, afirmou: “Foi uma reunião muito boa, bilateral, onde estivemos com ministros e vamos seguir tendo novos encontros. As equipes trocaram contatos para continuar conversando sobre os temas que nos interessam em conjunto”.
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Kast utilizou um botão com a bandeira do Brasil durante o encontro.
O presidente chileno ofereceu um presente ao presidente Lula. “É diferente quando alguém representa um país. Cada um busca o melhor para seus compatriotas, além de qualquer diferença ideológica”, disse Kast.
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Apesar de defender posições contrárias às de Lula, Kast defende a intervenção na Venezuela, que enfrenta uma crise sob a influência dos Estados Unidos, após o governo de (MSV, esquerda) e a (PSUV, esquerda). Kast também propõe a nomeação de ex-advogados do ditador Augusto Pinochet para cargos ministeriais em seu governo.
Kast utilizou a mídia para elogiar a reunião com Lula. “A América do Sul enfrenta enormes desafios em segurança, progresso econômico e redução da pobreza e a colaboração entre os Estados, Chile e Brasil, pode liderar a mudança que nossa região precisa”, escreveu.
“Agradeço o encontro construtivo com o presidente Lula”, declarou. Nesta quarta-feira, 28 de janeiro, Lula participará da sessão inaugural do fórum e do Caribe, organizado pelo (Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe). Em seguida, visitará a Eclusa de Cocolí e se reunirá com o presidente do Panamá, (Realizando Metas, direita).
O fórum contará com a presença de outros chefes de Estado e de governo, como Rodrigo Paz, presidente da Bolívia; Daniel Noboa, presidente do Equador; a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley; e o primeiro-ministro da Jamaica, Andrew Holness.
