Chile condena ataques dos EUA em Venezuela e pede solução pacífica para a crise no país vizinho. Líderes como Boric e Milei divergem sobre o tema.
O presidente do Chile, Gabriel Boric, manifestou sua forte oposição aos recentes atos militares dos Estados Unidos em território venezuelano. Em sua mensagem divulgada na plataforma X, Boric reiterou o compromisso do Chile com o respeito ao direito internacional, enfatizando a importância de proibições como o uso da força, a não intervenção e a manutenção da integridade territorial de cada nação.
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O governo chileno expressou sua preocupação e condenação diante das ações militares americanas em Venezuela, buscando uma resolução pacífica para a complexa crise que assola o país vizinho. A declaração busca promover um diálogo construtivo e a busca por alternativas que evitem o agravamento do conflito.
A posição do Chile não é isolada. Outros líderes da América Latina também se manifestaram contra as ações. O presidente Gustavo Petro, da Colômbia, e o cubano Miguel Díaz-Canel, ambos expressaram suas preocupações e criticaram a intervenção estrangeira no conflito venezuelano.
Contrariando a maioria da região, o presidente argentino Javier Milei saudou a ação dos Estados Unidos e a captura do presidente Nicolás Maduro. Essa divergência de opiniões reflete as complexas relações geopolíticas na América Latina e a variedade de perspectivas sobre a crise venezuelana.
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