Chatbots: Empresas de streaming, fast food e outras investem em IA para clientes

Chatbots transformam atendimento: Netflix, Burger King e Natura usam IA para personalizar experiência do cliente. Empresas como Itaú e Vivo investem em chatbots

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Diversos setores, incluindo o de streaming e fast food, estão implementando chatbots como estratégia para aprimorar a experiência do usuário, fortalecer o relacionamento com os consumidores e oferecer um atendimento mais personalizado. Essas ferramentas de inteligência artificial (IA) visam automatizar tarefas e fornecer serviços em tempo real, otimizando processos e a comunicação com os clientes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um estudo realizado por uma empresa de software especializada em atendimento ao cliente revelou que 59% dos consumidores desejam que as empresas utilizem os dados coletados para criar experiências personalizadas. Adicionalmente, 62% dos clientes preferem receber recomendações específicas em vez de sugestões genéricas, demonstrando a importância da individualização no atendimento.

Várias empresas já estão utilizando chatbots de diferentes formas. A Uber, por exemplo, aprimorou seu atendimento nos Estados Unidos, permitindo que os usuários solicitem viagens através do Facebook Messenger, sem a necessidade de acessar o aplicativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Vivo, por meio de seu aplicativo e site, utiliza um chatbot para complementar o atendimento em diversas áreas. Os clientes podem solicitar informações sobre seus planos, acionar o suporte técnico ou conversar com um atendente humano.

A Casas Bahia introduziu o ‘Bahianinho’ em 2017, um assistente virtual que auxilia nas compras na loja virtual. Atualmente, o chatbot também é utilizado na comunicação com clientes em ações de marketing e nas redes sociais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

A Magazine Luiza utiliza o ‘Lu’, um chatbot criado para auxiliar no pós-venda, mas que também se expandiu para outras áreas de atendimento ao cliente. A tecnologia de deep learning permite que o chatbot entenda erros gramaticais e gírias, tornando a interação mais natural.

A Cacau Show estabeleceu uma parceria com a BlueShift, resultando em um chatbot que atua como assistente virtual, auxiliando clientes com dúvidas e solicitações de suporte em pedidos e compras.

No Itaú, o chatbot atua como um consultor financeiro, oferecendo dicas personalizadas com base nas movimentações do usuário na conta.

A Sephora utiliza inteligência artificial para sugerir os melhores produtos para seus clientes, com base em um questionário sobre suas preferências.

A Disney empregou chatbots na divulgação do lançamento do primeiro filme de Judy Hopps, a coelha detetive, permitindo que os usuários desvendas desafios temáticos.

O Bradesco desenvolveu a BIA, disponível no WhatsApp, Alexa e telefone, para realizar transações, consultar saldo e limite, encontrar agências e esclarecer dúvidas.

O Burger King criou um chatbot não para clientes, mas para candidatos a vagas de trabalho na rede, permitindo que os interessados enviem currículos e conheçam as oportunidades por meio do WhatsApp.

A Natura possui a ‘Nat’, que se tornou um personagem e face da marca, auxiliando clientes com dúvidas e recomendações de produtos e possuindo seu próprio perfil nas redes sociais.

A eBay utiliza o Facebook Messenger para implantar seu chat, o ShopBot, que ajuda compradores a encontrar os itens que procuram.

Sair da versão mobile