Chainalysis: Volume de Cripto em Crimes Atinge US$ 154 Bilhões em 2025

Chainalysis aponta recorde de US$ 154 bilhões em transações criminosas com criptomoedas em 2025. Crescimento de 162% em relação a 2024.

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(Imagem de reprodução da internet).

Um relatório da Chainalysis revelou que o volume de transações envolvendo criptomoedas em atividades criminosas atingiu US$ 154 bilhões em 2025, um novo recorde. Esse valor representa um crescimento significativo em relação ao ano anterior, que foi de aproximadamente US$ 57,2 bilhões.

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Esse aumento demonstra a crescente utilização de ativos digitais em atividades ilícitas no cenário global.

Análise Comparativa de Volumes

Apesar do montante expressivo de US$ 154 bilhões, ele corresponde a menos de 1% do volume total de transações com criptomoedas em 2025. A análise comparativa entre 2024 e o ano passado indica um crescimento de 162% no volume movimentado por atividades criminosas, evidenciando a expansão desse uso no setor.

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Criptomoedas de Destaque em Atividades Ilícitas

O levantamento identificou que uma determinada categoria de criptomoedas se destacou no uso por grupos criminosos. Essas criptomoedas, frequentemente associadas a outros ativos e, principalmente, ao dólar, atraem interesse devido à possibilidade de conversão de recursos obtidos ilegalmente.

A Chainalysis aponta para uma “profissionalização” dos grupos criminosos no mercado cripto, com integração a cadeias de suprimento tradicionais no mundo do crime.

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Crescimento Impulsionado por Categoria Específica

Um caso de uso específico se tornou o principal motor do crescimento no ano passado. A categoria em questão apresentou um aumento significativo, impulsionando o novo recorde de US$ 154 bilhões em 2025. A Rússia se destaca como um dos países com maior atividade nesse contexto.

Estimativas e Revisões Futuras

A Chainalysis ressalta que a estimativa de US$ 154 bilhões pode ser uma subestimação, e que o volume real de atividades ilícitas com criptomoedas pode ser ainda maior. A empresa planeja revisões contínuas das estimativas, incorporando novos dados e a identificação de endereços ilícitos.

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