CEO do Instagram, Mosseri, Depõe Sobre Impacto na Saúde Mental de Adolescentes

CEO do Instagram, Adam Mosseri, depõe sobre impacto na saúde mental de adolescentes! Julgamento crucial nos EUA investiga o Instagram. Acompanhe!

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(Imagem de reprodução da internet).

CEO do Instagram Depõe em Julgamento Sobre Impacto na Saúde Mental

O CEO do Instagram, Adam Mosseri, está programado para prestar depoimento nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, em tribunal nos Estados Unidos. O depoimento faz parte de um processo legal que investiga a possível relação entre o uso da plataforma e o bem-estar psicológico de adolescentes.

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A expectativa é que o CEO da Meta, responsável pelo Instagram e Facebook, inicie sua depozição a partir de 18 de fevereiro, conforme reportado pela Reuters.

Ação Judicial e Alegações

A ação foi movida por uma jovem de 20 anos, que alega ter sofrido depressão, ansiedade, pensamentos suicidas e distorções de autoimagem após começar a usar redes sociais aos 6 anos de idade. As primeiras alegações da acusação incluíram documentos que sugerem que as empresas tinham plena consciência dos danos causados pela plataforma.

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Foco no Recurso de Rolagem Infinita

Um dos pontos centrais da acusação é o recurso de “rolagem infinita” presente no Instagram. Segundo depoimentos, essa funcionalidade impede que o usuário tenha um ponto de pausa natural, mantendo-o preso ao aplicativo por períodos mais longos do que o originalmente pretendido.

A equipe jurídica da jovem argumenta que essa característica contribui para o desenvolvimento de hábitos viciantes.

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Argumentos e Defesas

Advogados da jovem citaram estudos internos da própria Meta que indicariam que adolescentes em situações de vulnerabilidade pessoal são os mais propensos a se tornarem dependentes do aplicativo. A Meta e o Google negam as irregularidades, defendendo que as plataformas oferecem ferramentas de controle parental e que a responsabilidade pelo bem-estar dos menores deve ser compartilhada com as famílias.

O processo também envolvia o TikTok e o Snapchat, mas as empresas estabeleceram acordos confidenciais antes do início do julgamento.

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